Frase do Dia


The itsy bitsy spider crawled up the water spout, down came the rain, and washed the spider out...

9.24.2012

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Acontecimento insólito nº 1:



O meu pai teve um presente em cima do carro durante algumas horas, neste sábado à noite.
Tardou foi em ir buscá-lo, bolas.


E atenção que isto não foi o achado mais insólito da semana.

9.23.2012

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Comprei a primeira camisola verde da minha vida.


(da minha vida pós mamãe-escolher-a-roupa, claro)

E isto nem teria grande relevo, não fosse tê-la estreado no dia escolhido para ir à casa do benfica de Coimbra comprar bilhetes para o Barcelona para resolver o grave problema que se me surgiu na semana passada:


20 de Setembro de 2012, 22h52, o drama, o horror, a tragédia:

Eish, o apêndice está quase a fazer anos e ainda nem pensei em nada, e agora?!!!

20 de Setembro de 2012, 22h54, o alívio:

Oh, vem o Barcelona jogar à luz em Outubro! 

Pronto, não se fala mais nisso.


9.17.2012

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Estou um pouco confusa.


Então e os automobilistas que desde o início do ano andam a pagar mais de 20 cêntimos a mais por cada litro de gasópia, não fazem greve também? Isso é que era.

9.16.2012

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Em Coimbra, where else





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Com o nevoeiro que estava de manhã lá para as bandas onde eu fui...


... estava mesmo a ver que até o D. Sebastião ia regressar só para participar na manif.
Foi em grande, pá!

9.13.2012

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Serviço público...


... é ensinar a malta mais nova* que isto...



... vem daqui...


É love is strange, é Mickey e Silvia e por pouco não é mais velha que os meus pais.
(aaai esta air guitar, minha nossa senhora...).

(*Torna-se fundamental depois da colega me ter contado que a irmã mai'nova lhe perguntou porque estava a cantar Justin Bieber quando ela estava numa de lovefool. A juventude está, definitivamente, perdida.)

9.07.2012

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Quem é vivo sempre aparece.


(E isto podia ser um post a falar do novo single da minha Alanis ou dos No Doubt, mas não é.)

Parece que comecei a ter uma vida. Quer dizer, não sei bem durante quanto tempo, que ainda agora começou e já está cada vez mais precária, segundo a comunicação do PM e o atraso logo nos primeiros vencimentos que até são pagos pelo estado, mas assim como assim o gabinete já é num bunker lá na faculdade, portanto acho que estou mais ou menos protegida.

Diz é que escrever parvoíce começou a tornar-se muito mais trabalhoso do que o habitual. É que tenho de ter dois trabalhos: o de ligar o filtro na maior parte do dia (diz que agora sou psicóloga ou coisa que o valha; até é mais coisa que o valha enquanto a ordem não aprovar o estágio, mas pronto, anda por aí) e o de o desligar e ainda reportar a idiotice (a minha e a alheia). O problema não é a falta de material para dissecar: ainda há umas semanas vi um homem claramente apaixonado por uma árvore e prestes a espetar-lhe um xoxo (Coimbra deserta em Agosto? Só se for das pessoas normais). E em tanto tempo sem cá vir muita coisa aconteceu, pois claro, até o eixo da terra se deslocou mais uns segundos.  O problema é que se antes o meu esforço consistia na árdua decisão de ter de me levantar do sofá se quisesse ir à casa de banho ou assaltar o frigorífico, agora é ter mais que fazer do que o que a minha lontrice suporta, pelo que me tenho limitado ao aparvalhamento familiar (tenho de sugerir o verbo aparvalhar ao 5PM).

Mas quem me tira a parvoíce tira-me tudo, e se agora me falta a companhia para cantar músicas do Noddy ou fazer vídeos sobre Fritos em público, resta-me ter um blog idiota para mandar umas larachas para o ar, que a maluqueira sabe melhor quando é partilhada (digo eu, que gosto de psicóticos).

So I'm baaaack in the game!

8.02.2012

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Eu não vou fazer a 216574631546310ª piada fácil (e atrasada) sobre o Relvas...


... mas onde é que se arranjam os impressos?

É que papai ser um autodidacta do funcionamento das informáticas, mesmo sem saber muito de inglês, é uma coisa. Ser também um autodidacta da configuração manual das informáticas já é um bocadinho diferente. Mas ser um autodidacta do funcionamento e configuração das informáticas, bem como da encomenda e montagem de raiz de informáticas de qualidade superior à normal, já devia dar para um doutoramentozinho.

(em engenharia informática e em lego, já agora, que o interior do bicho parece uma cidade em miniatura)

Onde é a fila?






8.01.2012

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Só me saem duques ou cenas tristes.



Bem, eu tinha pensado vir aqui dizer que não, não morri, apenas faz um mês que comecei a trabalhar, o que aparentemente não anda muito distante, que isto dos horários flexíveis é mais para o não ter hora de saída do que para o não ter hora de entrada, e que ter um patrão que praticamente dorme no local de serviço e não vê problema nenhum em vocês fazerem o mesmo pode não ser bonito.
Era para vos falar das minhas belas experiências em ficar fechada à noite nos claustros da faculdade (aquele edifício lindo do século troca-o-passo), às escuras, a testar vários dos caminhos até à saída (liga luz do corredor da frente, desliga do de trás) até descobrir que só mesmo o último é que está disponível (nada que o Murphy não previsse) e que afinal dá jeito o patrão quase lá dormir, pois sempre abre a porta para podermos sair.
Podia ainda escrever mais um ou dois capítulos de acontecimentos com a máquina infernal, ainda que não lhe pegue há mais de uma semana (e só por isso teria apenas um ou dois capítulos para acrescentar).
Basicamente, tinha pensado vir descrever toda uma panóplia de peripécias que vos podiam comprovar que, definitivamente, arranjei uma vida.


Mas depois vi, ainda há pouco, num passeio de uma das principais avenidas de Coimbra, um senhor agarrado a uma árvore, prestes a dar-lhe um beijo apaixonado.

6.29.2012

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Psicólogo precisa-se. Ou de alguém cá em casa, vá.


Não sei se já tinha referido a minha estima e apreço por uns não tão simpáticos bichinhos octópodes de 8 olhos. Não há palavras (ou até há, mas são todas demasiado feias para escrever aqui) que definam a minha relação com o maravilhoso mundo dos aracnídeos.


Se acaso ainda não tinha referido, acho que este pequeno intróito vos deve dar uma ideia, por isso adiante.

Ora a modos que, na última incursão que fiz aos meus humildes aposentos, deparei-me com isto.


O drama, o horror, a TRAGÉDIA.
A modos que não consigo passar da porta enquanto este espécime estiver na parede. Ainda que seja a parede oposta à da entrada. Talvez eu esteja já noutra divisão e continue a hiperventilar a pensar que aquilo lá está, tendo deixado a porta do quarto fechada até descobrir como resolver a situação. 
Estou bastante treinada em técnicas de extermínio aracnídeo à distância, mas nenhuma se me afigura suficientemente segura e eficaz naquele sítio: a técnica "atirar o chinelo (ou arma semelhante)" exige uma perícia acima da média, visto a bicheza se encontrar próxima do tecto e também do varão do cortinado; a técnica "vassoura", devido à altura a que o artrópode se encontra, exige demasiada aproximação, o que viola a distância mínima de segurança; a técnica "mafu" não é passível de ser executada nas condições mínimas de segurança por, além de partilhar o inconveniente da anterior, poder provocar uma morte lenta ao aracnídeo, permitindo-lhe espernear (e há 8 patas em jogo) e refugiar-se num qualquer local enquanto moribundo, dificultando a tarefa de declaração do óbito; a técnica "chamar a mãe/pai/irmão/família" também não pode ser posta em prática por ausência de sujeitos. 
Resta-me aguardar que chegue a cavalaria para me ajudar a travar esta dura batalha. É que dava mesmo jeito voltar a dormir no meu quarto. A pior coisa era agora chegar lá e ela já lá não estar - PARA ONDE É QUE FOI? PODE ESTAR EM TODO O LADO!!!
Dava também jeito fechar a porcaria da porta da varanda, que fica mesmo naquela parede e está completamente aberta desde a tarde toda, porque não consigo chegar até lá.
5 anos em psicologia para isto, pá. Sou uma psicóloga que até sabe alguma coisa de dessensibilização sistemática mas que bem podia ser uma das Savage Chickens. Nunca vou passar da 3ª semana.