4.28.2009

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1: Semana ocupada*


*Esta vai ser uma semana de belas imagens. Destas. Daqui. (por influências da I.)
No máximo, poderá ser uma semana de mini-posts horrorizados com a possibilidade da Maya vir numa FHM. Meeedo.


(E os bilhetinhos para o meu Sporting já cá cantam. Trajadix, que é mai'barato. De capa e batina para o meio da Briosa, pois então. Hum. Convém manter o silêncio. E não festejar efusivamente quando o Sporting marcar. Isto se quero chegar viva ao cortejo no dia a seguir.)

4.25.2009

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Flores, flores, flores e mais flores. A minha casa é um jardim de papel.

Ai jazus (sim, jazus) que se aprochega a hora.

Quando uma pessoa está em countdown chega a um ponto em que conta cada diazinho que falta. E eis que pronto, 1 week to go.

O povo já anda a fervilhar. É flores, é fitas, é traje, é grelo para queimar, é jantares, é garraiada, é comprar meias de sobra, é mentalizar que não se pode levar o colete, é pensar em músicas e sátiras e cerveja suficiente para que não peguem fogo ao carro e coisas assim.

Anda tudo eufórico, portanto. Pelo menos eu, que descobri que o jogo Briosa-Sporting é no dia 2 à tarde, ou seja, dá tempo para ir ver, jantar e ainda ir ver a grande Deolinda* ao queimódromo na noite anterior a esse grande cortejo.

Mas desta queima não se vai retirar só bebedeira (eu pelo menos não, está garantido. Espero é não ter de aturar a dos outros) ou vitórias do Sporting (ah leão! E eu que hei-de ir ver o jogo trajada. Ai vou-me sentir traidora à minha briosa. Mas pronto, valores mais altos se levantam). Vão-se retirar ensinamentos profundos, pérolas de sabedoria. Como, por exemplo, “como transformar um caixote do lixo numa arca frigorífica”. Naaa, nós não, claro.

Agora esta ocupada semana (tudo para referir que não devo cá pôr os pés) vai ser a ultimar esse grandioso psi-móbile (há o bat-móbile e há o psi-móbile agora), alucinOgénio. Pôr flores, vestir o dito cujo, arrumá-lo, prepará-lo, tudinho tudinho. Por isso até para a semaninha se não for antes, sim?


4.21.2009

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"Quando eu for grande pode ser que a sesta seja obrigatória por lei e que o dinheiro das propinas seja devolvido em sundaes"*

*in plaquete do grandioso carro alucinOgénio.


Falo-vos hoje das minhas maravilhosas aulas de hipnose.
(Sim, eu tenho uma cadeira de hipnose. Mais propriamente, de "Fundamentos e aplicações da hipnose".)

E, na minha cadeira de hipnose, até se hipnotizam pessoas. A sério. É o delírio. Vá, delírio não é, que até há gente que adormece (e não são os hipnotizados. Se bem que há cobaias que também dormem e enroscam-se na cadeira e afins. Mas adiante.)

Vou-vos falar do poder do meu prof de hipnose (aquele-que-anda-à-procura- "do Red" -por-lhe-ter-chamado-xulo). O meu prof de hipnose hipnotiza. Faz com que uma pessoa fique confusa sobre o seu o seu nome. Faz com que uma pessoa acredite que esteve a chover quando esteve sol a sério. Faz com que parte da audiência até durma. E faz com que eu tenha uma vontade desgraçada de... fazer xixi. Porque o meu prof de hipnose dá sugestões que metem água. E depois quem mete água sou eu, a correr para a casinha a meio do desfalecimento público de alguém (é tão giro alguém cair assim do nada e depois nem se lembrar. Ah, que belas aulas...).
Logo, não venham cá dizer que a hipnose não funciona.
Uma passou a dizer que tinha estado mau tempo num belo dia. Outra adormece assim que ele começa a falar mais baixinho e devagar. E eu mal saio da casa de banho. Funciona pois.

"Água", diz o senhor.
"Xixi", pensa logo a minha bexiga.

E, por acaso, são umas aulas muito fixes. É giro, giro.



(E agora desculpem lá mas tenho de ir fazer um bolinho para vender amanhã.)


countdown: 12 dias para queimar o grelo!



(cartazinho cócó, mas pronto. Até o cartaz da Expofacic é melhor.)


P.S.: comer sundaes é muito bom, mas na primavera e com a ventosa que anda ali pela praça da república não calha nada bem que andam sementinhas a voar e tal e puff, não se faz o chocapic mas lá vai sundae com chocolate, amendoas e sementes de plátano.

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Qual papel? O papel.*

Eis que a minha pessoa anda extremamente atarefada. Porque, ao contrário do que muitos pensam, eu tenho uma vida*. Sim, tenho. (acho que passar a vida a dizer uma coisa não faz dela verdade, mas pronto, tentar não custa.)

Escrevo-vos hoje muito emocionada porque acabei de fazer um estacionamento perfeitinho no lugar de um só móbile aqui em frente ao meu humilde lar. As minhas aulinhas de condução estão a formar uma condutora exemplar. Que sou eu.

(e pronto, o post podia ser só isto.)


Mas vá. As minhas considerações de hoje vão para… a emoção do cão do Obama.
Deixem lá ver: um assistente português? Um secretário? Um tradutor para português? Um cozinheiro português, ao menos? Na, um cão português na Casa Branca. Isso é que é a emoção. Isso sim é digno de orgulho. Portugal é agora um país completamente diferente aos olhos da América, depois de lá termos introduzido o cachorro. Para espiar, claro, foi isso que ele lá foi fazer.
Por falar em bichanos, reparei que no anúncio do Frontline o senhor diz no fim: “consulte o seu veterinário”. Bem, ele eu não sei, mas eu cá não tenho nenhum, muito obrigada. Já o meu Snoopy tem ali o boletim à espera de ser actualizado.


E por falar em Briosa (não? Ninguém tinha mencionado o facto da maravilhosa equipa lá da city ter ganho o único jogo fora neste campeonato contra o Benfica..? Ah desculpem, ando a ouvir coisas.), hoje quando estava no Cartola a saborear um lanchinho lembrei-me de alguém que escrevia aqui há tempos que “comia o quique flores à colherzinha”. E pensei: eu cá à colherzinha como pastéis de nata.



* uma vida inclui frequências, trabalhos, coisas parecidas com essas, condução, flores para carro da queima (maravilhoso carro alucinOgénio!); e ainda tempo para TPM.

4.14.2009

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Ai filha não te desgraces!*

Hum. Comer que nem um boi. Ter dores de barriga. Má disposição. Stress. Hormonas aos saltos.
Será que me vem aí um puto, digo, amorosa criancinha, com cara de too cheese?


Naaa, é tudo consequência do atraso de um autocarro a uma hora de almoço.


* Já dizia a minha avó...

(Como diria o Malafaia, da série:
"Os meus leitores só acham piada aos titulos dos meus posts")

4.03.2009

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Olh'a pooooosta fresquiiiinha!

(Chiça, nem na feira do Bairro apregoam assim. A visita matinal da polícia acaba por lhes tirar o fôlego…)

Bem minha gente, é verdade, eu ainda estou viva. Estava num período complicado. Depois do período de negação vieram os afazeres – porque pode não parecer, mas sim, eu tenho uma vida. Vá, mais ou menos.

Antes de mais, deixo um alerta à população. Fujam de Coimbra enquanto podem. Red on wheels. E pois ando pela cidade toda. E arredores também. O mais seguro deve ser alugar um bunker, caso tenham de permanecer na cidade. Segundo consta, a coisa vai durar cerca de mais um mês e meio. A aprendizagem. Tempo mais que suficiente para atropelar umas quantas pessoas. E cães também. A partir daí o alerta está garantido cá para o distrito. E já não é um alerta laranja ou vermelho, já é um alerta preto. Vá, fica o conselho. Quem vos avisa…

Adiante. Recentemente, descobri que sem trabalho não hei-de ficar. Caso as psicologices não me safem (mas eu tenho fé que Portugal mantenha a maior taxa de homicídios da Europa por uns anitos. Só até eu arranjar emprego, vá. Façam lá o jeitinho.), gostava de ser talhante. Envolve sangue, os instrumentos parecem vindos de um gabinete do INML (ou da cozinha da minha avó... Juro que a concha do sangue parece a da sopa.) e é legal. Mas se não me der para essas lides sangrentas, há sempre as belíssimas aspirações que eu proporciono aos pobres doentes que aparecem lá pela superfície clínica. E se as pessoas gastarem toda a saliva do mundo, vão deixar de repetir coisas porque vai custar muito falar; então sobram-me as fotocópias que tenho treinado lá na faculdade (quem diz que Psicologia é só teoria? Também se pratica a arte da fotocópia!). Além destas alternativas, descobri hoje uma possível nova vocação. Numa ida à tortura, digo, depilação, demorei 10 minutos e paguei 10€. Melhor emprego é impossível: dá dinheiro (1€/minuto parece-me lindamente. Nem ao telefone se paga tanto), envolve sofrimento, vejo sangue e ouço gritos. Seria uma pessoa realizada.


Bem, para vocês verem como foram uns dias complicados, cá ficam as dicas da semana (e não, não envolvem promoções nem descontos no bacalhau):
. Não deixar cair o telemóvel na sanita. Pode não ficar com o juízo todo.
. Não chamar chulo a um prof num blog público que ele próprio pode ler (desculpe, sô pr'sor, foi sem querer. Eu até vou às suas aulas e tudo..! E a revistinha não é cara não. Vou comprar, sim? Desculpe lá qualquer coisinha.).
. Parar na passadeira para a senhora atravessar mesmo que o seu animal de estimação esteja no meio de uma grande cagada no passeio.
. Não comprar sapatos dois números acima, podem não servir.
. Não guardar a senha de autocarro usada e deitar fora a nova, a máquina é capaz de apitar...
. Não ter um namorado que não sabe normas da APA a acabar uma tese de mestrado, porque pode sobrar para ti.
. Não deixar cair a pílula ao pé do cão. A ter de cair ao pé de algum animal de estimação, ao menos que seja da gata, pode ser que sirva.



Já sabem: não que eu saiba; ouvi dizer.