4.21.2009

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Qual papel? O papel.*

Eis que a minha pessoa anda extremamente atarefada. Porque, ao contrário do que muitos pensam, eu tenho uma vida*. Sim, tenho. (acho que passar a vida a dizer uma coisa não faz dela verdade, mas pronto, tentar não custa.)

Escrevo-vos hoje muito emocionada porque acabei de fazer um estacionamento perfeitinho no lugar de um só móbile aqui em frente ao meu humilde lar. As minhas aulinhas de condução estão a formar uma condutora exemplar. Que sou eu.

(e pronto, o post podia ser só isto.)


Mas vá. As minhas considerações de hoje vão para… a emoção do cão do Obama.
Deixem lá ver: um assistente português? Um secretário? Um tradutor para português? Um cozinheiro português, ao menos? Na, um cão português na Casa Branca. Isso é que é a emoção. Isso sim é digno de orgulho. Portugal é agora um país completamente diferente aos olhos da América, depois de lá termos introduzido o cachorro. Para espiar, claro, foi isso que ele lá foi fazer.
Por falar em bichanos, reparei que no anúncio do Frontline o senhor diz no fim: “consulte o seu veterinário”. Bem, ele eu não sei, mas eu cá não tenho nenhum, muito obrigada. Já o meu Snoopy tem ali o boletim à espera de ser actualizado.


E por falar em Briosa (não? Ninguém tinha mencionado o facto da maravilhosa equipa lá da city ter ganho o único jogo fora neste campeonato contra o Benfica..? Ah desculpem, ando a ouvir coisas.), hoje quando estava no Cartola a saborear um lanchinho lembrei-me de alguém que escrevia aqui há tempos que “comia o quique flores à colherzinha”. E pensei: eu cá à colherzinha como pastéis de nata.



* uma vida inclui frequências, trabalhos, coisas parecidas com essas, condução, flores para carro da queima (maravilhoso carro alucinOgénio!); e ainda tempo para TPM.

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lili disse...

pasteis de nata..hmm... ;D