6.29.2009

1
Questão filosófica do dia:


Quão deprimente é gostar* de uma música de novela que diz “você não vale nada mas eu gosto de você?”



* Não é que goste, mas volta e meia lá ando a cantarolar a coisa. Sobretudo naquela altura do horário nobre.


(“eu quero ver você sofrer só p’ra deixar de ser ruim …”)


A culpa é da minha mãe que vê novelas da globo!!!

6.28.2009

1
Só à mete-nojo: Oh mar, oh mar oh mar, oh mar oh mar...

A minha pessoa ainda não está de férias. Mas já teve o seu primeiro cheirinho a praia deste ano.
Para quem diz que choveu torrencialmente em Coimbra este fim de semana... A meia hora de lá estava-se assim...




(e agora é estudar para quarta-feira... ai ai férias... quase...)

6.26.2009

4
3ª posta de pescada do dia: chiça, que eu hoje estou-lhe a dar! E falo, falo, falo... Pronto, já chega.

1)

Mas falemos de coisas sérias. Como do cagaço que eu já apanhei hoje. Primeiro fui acordada pela minha gata. O que é uma coisa estranha visto ela não sair da cozinha sem eu a deixar. E não é que tenha sido exactamente acordada. Fui, digamos que.. Bem, dei um salto quando senti algo saltar para cima de mim. Depois ouvi passos no corredor. Outra coisa estranha visto eu estar sozinha em casa. Toda eu já ficava stressada, a pensar que raio é que andava praí. Até que ouço unhas na madeira. Aaaaaaah, evadiram-se os dois!

E porque é que é tão mau terem-se evadido os meus bichos, perguntam vocês? Pois que meu belo Snoopy tratou de ir marcar território para a sala. Acho que me faço entender.



2)

Uma vez que o meu karma andou muito estranho esta semana, e já que há vários planos que foram por água abaixo em apenas 4 dias, exijo um 18 por cada sardinha que eu não comi no grandioso S. João aqui da santa terrinha.

E olhem que costumam ser 4 sardinhas (aquilo é só ceia, malta, também não é para alarvices! E com a broa e o azeite e tal uma pessoa enche e pronto, eu sou menina de 3 ou 4 sardinhas…).

Visto eu ter 6 cadeiras este semestre, não era nada mau. Vá, S. João, toca a espalhar a tua magia.



3)

Epá eu tinha mais qualquer coisa estúpida para dizer, mas não me lembro. Vou apenas referir então que os meus olhinhos até luzem quando ouço a expressão "broca de osso". É uma coisa que me excita, portanto. NÃO NUM SENTIDO BADALHOCO. É num sentido puramente sádico. (o que é muito melhor, pois claro). Não sei se tem a ver com o facto de eu achar que todas as manchas vermelhas do Rorschach (sim, que também há rorschach a cores) hão-de ter a ver com sangue.

Ontem foi dia de trabalho árduo, pois que foi. E quando chega esta altura do programa de saúde oral (vulgo cheque dentista), até se me dão dores de barriga e de cabeça de manhã como presságio da tarde difícil que virá a seguir (não dão nada, mas podiam dar). Ontem ao fim do dia bem que já estava a benzer-me toda que todas as criancinhas vistas tinham sido pacíficas e fáceis de aturar e não havia mais criancinhas chatas na agenda e puuuff, fez-se o chocapic.

Mas uma pessoa não se pode rir muito. Pelo menos, muito tempo. Toda eu contente que o dia estava a horas e só faltava uma pessoa. Toda eu contente que as criancinhas abriram a bocarra e deu para eu aspirar tudinho sem ficar sem dedos.

Eia que chega o diabo em puto lá ao santo consultório. Uma emergência, diz a mãezinha. E os avós. E a irmã. Poi que quando vi o circo montado na sala de espera já devia ter adivinhado. Mas naaa, olhem para mim ingénua, que acredito nas pessoas. "É só uma coisinha, este dentito aqui, que está a abanar, é só tirar, só que ele não quer tirar sozinho, e como está a nascer o outro...". Criancinha gira até, um puto loirinho de 7 anos. Eu tenho uma queda por putos loirinhos e pronto. Lá entra o bicho para o consultório.

Sentar na cadeira calmamente?
Check.
Aceitar a ideia de que tem de se tirar o dente?
Check.
Aceitar mais ou menos que se tem de dar uma pica para lhe adormecer o dentinho (ai que paciência que aquele homem tem para aturar esta malta, chiça), que vai doer um bocadinho pouco e que depois já não dói mais nada?
Check.
Começar a dar a anestesia?
Check.
Dar a anestesia?
Check, com algum choro. Nada de estranho.

Então o que é que falhou aqui, perguntam vocês?

Eis que depois da anestesia (sim, depois de ela estar dada, que o puto já nem para deitar fora a água de bochechar acertava na pia) é que começa o berreiro. Berreiro daquele bom para animar a malta que está na sala de espera. Berreiro a sério. E eu ali ao lado, os meus tímpanos estiveram perto de chorar. E era pontapés na cadeira, e era "mas e dóóóói", e tudo e tudo e tudo que seja possível numa boa birra.

Ainda quase tive pena do puto, que todo ele tremia de nervos. Mas ai a porra, foi um momento de fraqueza e a pena passou-me logo. Era a mãezinha a segurar a mãozinha do menino para ele não ter medo. Era o médico a dizer que o pior já tinha passado. Era o avô, pior que um papagaio, a repetir o que o médico dizia. Era a mãe e sua cara de desespero. E mimo mimo mimo p'ra cima do puto. Nem a minha prima fala para o filho de 3 anos como a mãe falava para aquele diabo em figuras de gente. O puto puxava a tosse. O puto dizia que a gente o aleijava quando ainda estávamos a 1 metro dele. O puto bochechava para o chão. A mãe segurava no puto. A mãe segurava nos braços, o avô segurava nas pernas. Ai a merda. Já me estava a passar. Por trás do meu ar calmo estava a bela da vontade de dar uma chapada no puto, que se era para chorar ao menos que fosse com razão.

Era o médico a dizer que era mimo a mais. Era o avô a concordar que sim, que era mimo a mais, que já lhe tinha dito. E o médico dizia que ela só o estava a estragar, por mais bem intencionada que estivesse. E o papagaio lá dizia que sim, que estava a estragá-lo.

Bem, 20 minutos neste desespero. O dente já estava quase solto. Mas não deu p'ra mais. Desistiu o médico e desistimos todos, pois. Eis senão quando, para quem tinha dúvidas que era puro mimo e má educação, o puto salta da cadeira e se vai agarrar ao colo da mãe. E quando digo colo é mesmo colo. Um puto com 7 anos, quase maior que a mãe, que ela nem podia com ele. O médico fica de boca aberta. A minha vontade de dar uma chapada ao puto passa a vontade de dar uma chapada à mãe. "Colo? Colo?! Com esta idade?!! Pois como é que há-de querer fazer alguma coisa dele?!!!". E o avô só dizia que o mal foi ela entrar, que se o puto tivesse vindo só com ele fazia tudo e nem piava. "Sai do colo da mãe", não sei das quantas, dizia ela. Sai o tanas. foi o avô tirá-lo à força que o puto não largava. E mesmo quando saiu trouxe cabelo da mãe agarrado.

Dass!

Por favor espanquem-me com um pau cravado de pregos se me virem a fazer destas quando eu tiver um puto. Se me virem a ir pelo caminho do mimo ou de não lhe pôr os pontos nos "i". Pelo amor de Deus, vão à minha procura e espanquem-me até eu ganhar juízo. Que os putos de hoje são inaturáveis. E eu não quero que os meus sejam assim tão maus. God help me na árdua tarefa de os educar! Se as criancinhas saírem tortas das ideias, que não seja por falta de educação que eu lhes dê!


Fiquei traumatizada para o resto do dia. Para safar o ânimo na última consulta só uma coisa me podia animar: broca de osso. Era suposto arrancar uma raiz de um dente que aparecia no raio-x. Mas o dente, aliás, o que restava do dente, não estava na boca da senhora. Quer dizer, estar estava. Mas a coisa estava tão difícil que teve de ser tirado a ferros. E lá entra a broca de osso, querida amiga, companheira de arrancar dentes difíceis. Tirar osso à volta para a raiz poder sair, e pronto, foi um momento bonito, cheio de sangue, com pontos e tudo, e a única dor que a senhora levou para casa foi a sensação de que lhe tinham tirado o maxilar do sítio tal foi a força aplicada na sua boca.

Por isso foi bonito. Eu descarreguei o stress, a mulher não teve dores e pronto, saímos todos a ganhar.

1
2º post do dia: parabéns (atrasados) à flora. E os posts de hoje são dedicados a ela, companheira de parvalheira e de conversas da treta.

Porque nem há uma coisa chamada telemóvel, pois não.

À falta de mensagem idiota neste ano (como dizer que a tua mãe é que passou as passas do algarve para tu nasceres, tu só tiveste o trabalho de sair) e de um esposo para a tua leopoldina (não, não há esposo para a leopoldina), cá fica uma posta de pescada para ti. Que isto de uma pessoa não se ver faz com que meio mundo (este blog só funciona no hemisfério norte) venha a saber que tu fizeste anos. Ou seja, que estás a ficar caduca.

Cá fica a velhinha dedicatória de amizade que só faz sentido para ti (sobretudo porque as outras não se dão muito bem com inglês.):

Me and You Are Friends.
You fight, I fight.
You hurt, I hurt.
You cry, I cry.
You jump of a bridge...
I'm gonna miss your dumb ass!


xD

Mas ficam aqui 30 segundos de fugees para compôr a coisa.
E uma foto de um bolinho de chicolate para relembrar os bons velhos tempos do Cores. Se não gostares, come menos, que a coisa engorda.
Não necessariamente por esta ordem. LOOL

(porque é de comemorar o facto de fazeres anos no dia europeu da segurança nas passagens de nível.)









(e toca a cantar drops of jupiter numas quaisquer escadas para relembrar os bons velhos tempos)

8
1º post do dia: Olha que original falar do Jackie.

Génio? Talvez.
Freak? Sem dúvida.
O preto mais branco da América? Definitely.

Não é que eu amasse o homem. Nem por sombras. Credo, ele metia medo!

Quando usava a máscara era mais pela segurança das outras pessoas do que pela dele. Quando era preto não era assim tão feio. Havia de ter um distúrbio de personalidade qualquer. Vulgo, pancada da grande. Mas pronto. Não é qualquer um que inventa um passo de dança (com um nome com estilo e tudo. Por mais que eu tente nunca consegui fazer aquilo. Quer dizer, não que alguma vez tenha tentado, porque é que eu havia de tentar. oh meu Deus.). E não é qualquer um que tem o álbum mais vendido de tod'ó sempre. Não, não é. Também não é qualquer um que vai à lixívia e morre aos 50 anos. Graças a Deus não há muitos com esta panca.

Não é que eu goste especialmente da coisa, digo, do senhor. O vídeo do thriller fez-me ter medo dele ainda antes dele ser branco. Mas Billie Jean e You rock my world nunca saem do meu mp3. E o bad e o beat it estão na playlistzinha do WMP.

Por isso vai-te lá homem. É uma pena, mas com tanta porra não podias esperar muito mais. A câmara de oxigénio safou-te, safou, mas foi de morreres aos 30. Ao menos deixas cá a boa música. E já era tempo de deixares as criancinhas em paz. (eish, sou tão ruim.)

(e oh meu Deus, já o comparam ao Elvis. Daaaaah, o Jackie morreu, não foi abduzido por ETs. -.-)




6.24.2009

3
Pois lá está o karma.

Não houve sardines ontem.

Mas aqui o pequeno génio recebeu hoje a notícia do seu primeiro 18 oficial como nota final numa cadeira do ensino superior.
Aqui a je já tirou 19s em frequências e coisas dessas, mas cá está ela só agora no 3º ano: a primeira nota final de 18.

E na cadeira que, digamos, vai ser a minha vida futura como psicóloga forense.


Oh yeah. Toma lá, karma.



(E de avaliação psicológica também percebem as savage chickens:)

2
Ora porra.

Pois a sardinha, a broa e o azeite esperaram. Ainda lá devem estar, saborozinhas, hmmm. Quem esperou fui eu e não levei nada.
Este ano foi ao contrário. Ver as marchas até vi ali da varanda. Sardinhinhas que é bom é que nada. Sardines. Snif. Eu andei não sei quantas semanas à espera das sardines ali na praça. Buáááá.


É tudo uma questão de karma. Em vez de ter 2 trabalhos para fazer entre 2ª e 5ª (desta semana), descobri hoje que afinal é só 1 (ainda bem, que os neurónios já estavam a entrar em estado de decomposição precoce). Ainda me entusiasmei com o outro, fui dar um giro até à cidade, etc e tal. Fiquei toda contente. Dei pulos de contentamento, até (pulos, não puns como o Bruno Nogueira). Pois claro que, para equilibrar as coisas (tudo uma questão de karma, portanto), algo tinha de vir. E depois de tantas semanas de entusiasmo e de espera por 3 dos momentos altos da festança (leia-se, a malta do curral de moinas ontem, a sardinhada hoje e o belo fogo de artifício de amanhã, sendo que as duas últimas são sempre as minhas partes favoritas e imperdíveis), eis que não fui/vou a nenhum deles. Deve ser castigo por só estudar no dia antes do exame, ou no próprio dia, ou estudar pouco/quase nada e adiar tudo para a última. Mas senhor God, eu tenho boas notas na mesma..! Merecia as dear sardines... Nem que fosse para animar para o último exame!

E agora vou ali deprimir um bocadinho, que ainda é um cheiro a sardinha assada na rua que não se pode para quem anda com desejos como eu. Sardineeeees de S. João, eu queria :(




Para o ano há mais.

6.23.2009

3
"Santo António já se acabou...


... e o S. Pedro está-se a acabar...
S. João, S. João, S. João, dá cá um balão para eu brincar..."


Ora pois que hoje é noite de festa da grossa aqui na santa terrinha. Vou começar a vender bilhetes da minha varanda para verem as marchas... Podia ser uma rica fonte de investimento! E depois ala que se faz tarde que a sardinha, a broa e o azeite não esperam muito tempo!




2
Não tarda dou o berro.


6.20.2009

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Operação MP4. (e estudar, não?)

Lá está. Em vez de se estudar, e uma vez que hoje não é dia de tardes da júlia, reseta-se o mp3 e toca a sincronizar tudo de novo. Vale tudo, menos ler Clínica e Saúde. Selecção das 2754 músicas que actualmente compõem o meu WMP.
Playlist inicial para sincronizar: 973 itens.

E eu que pensava que 2gb era muito. Ao menos dá para levar um cartãozito de memória.

(abaixo das 600 já é tão difícil escolher!!! Quanto mais chegar às 450 :S)

E a música que este fds não me sai do ouvido (maldita MTV dance, que me faz mesmo querer dançar):



Sugestão "poesia do dia" (lol): Fuck her gently, de Tenacious D.
(é a banda do Jack Black, não há muito mais a dizer. lol)

(ah, e aqui fica o vídeo giro da semana. Dos meus vídeos favoritos de tod'ó sempre. Dear dad JP, esta é do teu tempo.)

video

6.19.2009

2
Tardes de trabalho & Formigas no teclado - um novo musical? Podia ser.


Hoje o dia de trabalho foi bastante produtivo. E o resultado final da noite foi extremamente… animador, digamos!

Mais uma bela tarde de aspirações. E questões existenciais. Porque um consultório de dentista é quase tão bom (quase, malta, só quase!) como ir a um psicólogo ou a uma consulta de aconselhamento filosófico (sim, meu Deus, isso existe. Porque deve ser extremamente pertinente ensinar alguém a pensar coisas do género “Penso, logo existo. Batatas não pensam, por isso não existem”).

E hoje falou-se de muita coisa no santo consultório. Perguntou-se a todos os doentes o que era uma costeleta de porco mista, até alguém saber responder. Se bem que a resposta não foi completamente satisfatória. Mas vá. Se tivessem de ouvir a Rita Blanco volta e meio falar em costeletas mistas de porco iam compreender a razão da dúvida existencial. Mas nem só de costeletas mistas de porco vive um consultório de dentista (oh meu Deus. Tão mal que isto soa).

Também se falam de coisas pertinentes para a especialidade oral como, por exemplo, os implantes dentários. Eu cheguei à brilhante conclusão que uma prótese dessas de dentes todos de porcelana e afins é um óptimo mecanismo de reconhecimento. Quando as pessoas morrerem, e depois de só restar o pó e pouco mais, lá vão os familiares levantar as ossadas (ou o pó, vá, é o cenário mais provável) e lá se deparam com a brilhante dentadura branca do Paulo Portas. E deixam de se construir ossários para guardar os restos mortais para se passarem a construir dentários para guardar os dentes que sobrevivem até a uma era glaciar. Bonito. Toda uma nova era para os registos dentários.

Mas, passando à frente que atrás vem gente (ou não, não vem lá ninguém, lá estou eu com a mania da perseguição), ainda se falou do senhor Moniz e de tanto discurso para tão pouca candidatura. Fundamental para a vida da humanidade foi também a reflexão sobre o fim do Contacto: será que os concertos (boring) de música erudita que andaram a dar na 2 não sei quanto tempo no mês passado tiveram mais audiências do que o deprimente grande plano que fizeram da penca, digo, nariz da ti Maya algures esta semana e que me traumatizou para a vida quando fazia zapping para fugir aos exames? (perdoai-me, senhor – professor – não voltarei a fugir ao estudo!!!).

É que ele há coisas que realmente convém esclarecer num consultório de dentista!

Mas a tarde acabou mesmo a falar da minha mordedura aberta. Isso e por um bocadinho de tártaro em certo sítio se descobrir logo que eu durmo de boca aberta (calúnias, não durmo nada!!!). Mas vá, continuando, é sempre bom chamarem-me mordedura aberta. Já estou a pensar mudar de nick assim para uma coisa mais “true blood”, “crepúsculo” ou mesmo à velhinho John Carpenter, tipo mordedura aberta. Seria bonito. Poético, até. “Mordedura aberta”… uuuuh! (entoação “mufaça” das hienas do primeiro rei leão). Bem, adiante. Aqui a bela Red tem o maxilar um bocadinho para o desfasado e lembrou-se hoje, logo hoje, de fazer a brilhante pergunta sobre o que custava (e não em termos de dinheiro) pôr a dentadura toda nos trinques. Um aparelho daqueles todos armadilhados (literalmente até aos dentes) que custam os olhos da cara? Na, isso é para meninas. É só maxilo-facial. “Eu acho que devias fazer! Pensa nisso, a sério!”. E eu, parva, que gosto de saber as coisas, ainda perguntei como era. Ele bem não quis responder e eu, mais parva ainda, insisti. Consta que resulta em comer por uma palhinha durante um mês (já me estou a imaginar de cara de múmia com um buraquinho para respirar e para pôr a palhinha para a sopa, se bem que convinha respirar enquanto comia também, o que se tornava difícil se fosse só um buraco. Depois a sopa ia para o goto e era uma chatice porque tossir não devia ser muito agradável.). A questão é que, antes da palhinha, vem a rebarbadora. Passo a explicar para quem gosta destas coisas. Basicamente serram-me a boca abaixo do nariz (ao menos isso, narizinho querido), sacam o meu maxilarzinho amigo cá para fora (sim, todo cá fora. Mas isso não custa nada, afinal de contas está todo cá fora, não é…), tratam lá dele com os arranjinhos todos (vulgo escavacar e alinhar), põem-no no sítio outra vez e pronto, lá acabo eu toda ligada a comer por uma palhinha durante um mês antes de, por fim, pôr um aparelho, que depois já é coisa pouca. O que é um aparelho comparado com uma rebarbadora? (Depois já soube que há algumas que também se podem fazer dentro da boca, para não deixar cicatrizes. Mas a minha descrição é mais gira.)

E eu, mariquinhas pé de salsa, que me ando a esquivar à endoscopia há não sei quanto tempo porque eu sei que não vou asfixiar mas os meus reflexos não sabem, quero-me meter numa cena destas?! Ai Deus, dai-me juízo enquanto ainda é possível!



Ou seja.

Um post enorme sem nada só para dizer que, basicamente, me querem cortar a boca com uma serra.
Pronto, se é para me calarem escusam de ser tão violentos, eu paro..!


P.S.: Não escrevo mais porque há formigas no meu teclado. Sim, é verdade. Só a mim, realmente. Não, não comi cá bolachas na última semana. Só as comi na sala. Raio. Oh, queridas formiguinhas. GRRRRR.

Melhor desculpa do que “não fiz o TPC de português porque o meu cão comeu-me o livro” (e foi verdade, o cão comeu-lhe mesmo metade do livro de português) só mesmo “não escrevo mais porque há formigas no meu teclado”.

6.16.2009

8
Vê-se que eu estou meesmo mal quando…

…até respondo a desafios. Tudo menos estudar. Exames? Baaah, que é isso…?

Aqui a I. passou a ideia. Nomear as séries favoritas. Eu cá não gosto de desafios. Fazem-me lembrar mails em corrente. Grrr. Mas toda a gente sabe que, quando não se quer estudar, faz-se de tudo e mais alguma coisa. Até se limpa o pó se for preciso. E antes falar de séries (yei!) do que ir ver as tardes da Júlia. Isso sim, seria o degredo.

Ora então cá vão as minhas séries favoritíssimas:

Turururururu... “The truth is out there”: X-files!!! Isso sim era de quando eu era bem teen. Vá, child. Lol Teen sou eu agora. Sou pois. Oh pra mim pequenina. X-files era o meu vício. X-files era porque eu queria ser médica-legista. X-files era a razão porque eu ia dormir à segunda-feira para a cama dos meus pais para poder ver. Depois mudou para a 6ª. Já naquela altura a tvi era uma cocó com a programação das séries, sempre a mudar e sempre a altas horas. Fdps.

“Paper, snow, a ghost!”: Friends!! e vejo e vejo e revejo e sei de cor e… muito bom. É branco? Fantasmas!!!
“Gene: You put this in your coffee. (cream)
Joey: A spoon! Your hands! Your face!
Gene: It's white.
Joey: Paper! Snow! A ghost!!
Gene: It's heavier than milk.
Joey: A rock! A dog! The earth!!!”

Simpsons, oh yeah, pelas razões que ninguém precisa de explicar xD

“Have you met Ted?”: How I met you mother. Não, ainda não vi tudo, mas prometo que assim que tiver um tempinho é logo para lá que me atiro. Barney rocks!

Hey, hey, One Tree Hill!! Muito bom. Estão a ver The OC? Que foi excelente na primeira série? Imaginem um OC que mantém a qualidade numas poucas séries. E com o Chad Michael Murray. Pois está claro. One Tree Hill é muito fixe. Bem, um cão comer o coração de um transplante para um bad bad guy é bastante forçado, mas uma pessoa perdoa. E a banda sonora? Do melhor. Mesmo.

“The show about nothing”: Seinfeld siiim, humor do melhor! (tenho de admitir que só fui introduzida ao seinfeld há poucos aninhos. But i’m getting it!)

“The others”: Lost. Porque consegue surpreender ao fim deste tempo todo. E porque, como diria alguém, no fim da série veremos: ou é a melhor série de sempre ou a maior caca de sempre. lol eu aposto na primeira.

“lalalalala lalalalala lalalalala…”: Happy Tree Friends! Em vez de ser só um a morrer em todos os episódios (ao estilo “oh my God, they killed Kenny!!!), é sadismo do melhor, com bonecos fofos e sangrentos, ao som do melhor genérico irritante de todos os tempos! 10 minutos óptimos para descomprimir.

“Epiphany Toillet”: Scrubs. Scrubs é grande. Aliás, o Zach Braff é do melhor. “I bless the rains down in aaaafrica”…

Prison Break: era muito bom. Era meeesmo muito bom. As primeiras séries, claro está. A primeira série era excelente. E tinha o Wentworth Miller. That’s worth something! É tipo Heroes: a primeira, a melhor.

Supernatural… oh sim, supernatural! Big fan que eu sou. Gosto sim. E os Winchester dão uma ajudinha. Oh se dão.

"Omnium finis imminet": Revelations. Gostei mesmo. Uma mini mini-série. Boa. Devia ter tido sequela. Mas lá está, vale mais continuar para não estragar...


E depois tantas outras de que fui/sou fiel seguidora... Californication... Nip/Tuck... ER... E o Sony anda-lhe a dar, com reposições de belas séries. Ai ui, não tenho vida.

Não passo o desafio a ninguém porque sou agarrada. Ou então esperem, passo às damas do Paraíso do Inferno, que nunca respondo aos desafios delas (tadinhas meninas. Agora já sabem: mandem em altura de exames que eu estou demasiado fraca para negar. lol)

6.15.2009

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Estou a dar em doida.





6.07.2009

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Pensamento profundo da semana:

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Tu não inspiras, tu insuflas.
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6.04.2009

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Em breve, neste blog

Crónicas de um dedo mindinho (do pé) deficiente.