7.31.2009

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Agora sim, roam-se. De inveja, óbvio.



Desta vou mesmo. De férias. Está na altura de me esparregar ao sol uns diazinhos para passar de tom leite com café a tom café com leite!


Assim, o estaminé encerra por tempo inesperado (vá, coisa de uma semanita), e vamos lá ver se quando voltar tenho paxorra para lhe dar todo um novo ar, que isto já cheira a mofo, já.




Boas vacances, meu povo!
(/red acena a dizer adeus à moda da rainha mãe, que isto é todo um blog com nível!)



P.S.: eu, se fosse gajo, processava a FHM deste mês por todo um trauma que fica para o resto da vida ao observar aquelas imagens. Aliás, até mesmo sendo gaja eu processava, que ter de lerpar com aquela capa nas bancas de revista é do mais deprimente que há! Chiça! Deve andar tudo doido meeesmo. Eu não devo muito à beleza, mas fico feliz do meu nariz não chegar até ao prédio do outro lado da rua.

7.28.2009

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A minha fama precede-me.


Ahah, já cá canta. Vocês queriam um destes.


Mas custou, bolas! Foi uma trabalhosa tentativa de afofinhar este blog! Nada fácil. Era toda uma reputação que estava em jogo. Podem cuscar a odisseia deste desafio privado (que consistia nisto) aqui, aqui e, finalmente, o post aqui (ou podem andar com o cursorzinho da janela para baixo que não dá tanto trabalho e está lá tudo na mesma). Podem também visitar as minhas anfitriãs e, se disserem que vão da minha parte, pode ser que elas vos dêem uma bolacha. Ou uma bolachada, que eu já lhes ando a transmitir a minha sabedoria. Obrigada, meninas :)



P.S.: é verdade, eu tenho um apêndice. E também um fígado, dois rins e umas tantas outras vísceras.

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À terceira é de vez: Oooolh’a tentativa de post/testamento fofinho!!!

(ou “ai o que uma pessoa não faz por um prémio personalizado…”)


A minha pessoa também sabe ser fofa. A minha pessoa inclusive até tem um blog lamechas. A minha pessoa apenas não aprecia dar a conhecer esse seu lado cutchi-cutchi, sobretudo porque pensar que tem um lado cutchi-cutchi proporciona-lhe todo um arranque de vómito (ou uma má-dispodição semelhante à que sofre quando vê os queridos bebezinhos a babarem-se todos (quais bassets ou s. bernardos) e é toda uma salivária a encharcar-lhes os babetes cheios de comida e ranho e afins).
Assim como assim, a fofura da minha excelentíssima pessoa ocorre mais no sentido de cuspir patas de escaravelho em forma de coração. Têm muito mais a ver comigo, estas demonstrações de ternura, pois que os coleópteros são bichos da minha ordem (piada biologicamente inteligente).
Mas eis que, vá, a minha pessoa tem o seu quê de lamechas, qual alter-ego maléfico a atormentar-lhe as entranhas. A minha pessoa (foi a minha pessoa, não fui eu!) até soltou meia lagrimita (só meia) quando o Marley morreu, no final do filme!! (spoilei? Wops…)

Pois então, já que a minha pessoa possui um alter-ego maléfico/lamechas, qual a melhor forma de elaborar um post cutchi-cutchi-MEDO? Toca de ouvir Os Azeitonas e o seu “anda comigo ver os aviões” (bela musicália, sim senhores), e eis o que resulta desta deprimência (não depressão) toda:



A minha pessoa, apesar de frígida e sem sentimentos, também quer alguém que lhe diga “anda comigo ver os aviões”. A minha pessoa quer alguém que lhe diga ‘anda comigo ver os aviões, nem que seja ali ao aeródromo da Lousã ver os Canader levantar voo para ir acorrer a um qualquer incêndio cá da zona’. A minha pessoa é romélica sim; apenas não diz a ninguém. Mas, se a minha pessoa não quer dizer, digo eu que sou chiba e não sou de vergonhas.

A minha pessoa atura o seu querido apêndice advogado-estagiário/ladrão-convicto/religiosamente-lampião há uns anitos já. Tantos que até dá vontade de partir pinhas com a testa. Tantos que é mesmo de expôr o crânio. Ainda assim, o apêndice-mestre ainda não teve a brilhante ideia de dizer à minha pessoa “anda comigo ver os aviões, nem que seja na relva do urso do parque a olhar para o céu de Coimbra com avião da publicidade da Expofacic a sobrevoá-lo anunciando os gloriosos dias do certame”. E a minha pessoa sente falta de uma odisseia dessas. Mais romélico só mesmo eu e tu, tu e eu, nós os dois, a fugir desenfreadamente de um louco rato coxo. Ou a desfazer chuquelhas com um pente de pregos. Isso sim. Ainda não tivemos oportunidade, mas é algo que anseio perdidamente.

A minha pessoa gosta destas coisas romélicas de “anda comigo fotografar os aviões de forma a que pareça que eles vão contra os prédios, qual 11 de Setembro português”. Gosta sim. A minha pessoa possui uma alma gémea, que sou eu, e encontrou no seu apêndice companhia para estas romelices não pegajosas. A minha pessoa é toda "ai meu querido mostrengo". O meu apêndice é todo "tu és a ruindade em pessoa" ou "sentes as veias a engrossar?" (quando eu como algo rico em colesterol). Tudo de amor para cima. Por isso já ficam avisados: se um dia eu desaparecer do mapa, já sabem que nozes dois fugimos juntos para a conchichina, com direito a "anda comigo ver os aviões" e coisas fofas dessas. A minha pessoa é uma pessoa feliz. E eu vou tentando.

"You know that I could use somebody... Someone like you."

...

Eu até continuava nesta fofura toda, mas eis que se me chegam ameaças dos meus queridos 3 leitores e meio, que “se não te calas faço do teu dedo mindinho carne picada” e coisas fofas dessas e pronto, é melhor parar por aqui, que o dito cujo faz-me falta.



Então, ganhei o prémio…?
Mesmo que não, o número de visitas aqui aO Blog já aumentou cerca de 372% com
a vossa referência, queridas Damas. E vocês já me obrigaram a escrever 2 posts e 1 testamento. E tiveram o trabalho de personalizar um desenhinho fofo aqui para a je xD

P.S.: afinal sempre foi o apêndice o eleito para o post cutchi-cutchi. Tadinho, ninguém merece.

7.27.2009

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E como raio é que eu faço um post cutchi-cutchi*?!

Hipóteses:

a) Falar de criancinhas.

NOT. Comigo não funciona. Um post cutchi-cutchi meu pode falar de tudo menos de criancinhas. Pois que o espírito “rai’s partam as criancinhas” não tem muito de fofinho.

b) Falar de animaizinhos.

Animaizinhos eu já gosto (ok, agora tive pena das criancinhas, mas foi uma coisa passageira). Mas tendo em conta que a sugestão “pensa em gatinhos atropelados” não funciona para me parar um ataque de riso, não sei se será a melhor ideia.

c) Falar do apêndice.

Ora bem, se lhe chamo apêndice, a coisa já não é propriamente fofa.
Se gozo com ele publicamente publicando os seus belos discursos aqui no estaminé, talvez seja menos ainda.
Se gozo com o Benfica dele a cada oportunidade, menos fofa é capaz de ser a coisa.
E se lhe mando fotos de gambas quando ele está a canjinha, então talvez não tenha mesmo nada de cutchi-cutchi.

d) Falar da famelga.

Hum… Eles são todos do Benfica… Não me parece possível falar cutchi-cutchimamente deles.


Conclusão: ai a porra, que eu nem “cutchi-cutchi” consigo escrever à primeira. Sai sempre algo tipo cuthci cuthci. Estou lixada.


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Calma, meu povo. O dito* post cutchi-cutchi-medo está a caminho.

.
A saga do apêndice:

"_ Que é isso?!
_ São biscoitos de areia.
_ E isso come-se?!!"


*http://paraisodoinferno.blogspot.com/2009/07/redindade.html

7.24.2009

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Vá, não fui nada. De férias. Ainda.

Querem chuva?
Experimentem lavar as janelas.
Já funcionava no tempo da minha avó. (que ainda é este, que a dita senhora ainda está viva e recomenda-se)

7.22.2009

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Por tempo indeterminado, que a preguiça atinge até as idiotices...




7.10.2009

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"Ai filha não te desgraces!"

Este blog vai entrar em obras. Vou começar com invenções em versão html.

Um ano (e tal) de existência já merece outro layout. É só ter paxorra. Isto anda muito dark. Se bem que já não tenho mais exames nos próximos tempos, pelo que não sei se terei motivação para andar aqui a fazer invenções…
(correcção: tenho uma melhoria para fazer e um trabalho ainda por entregar. Por isso parece-me a altura perfeita para pensar em invenções para O blog.)


Vamos lá ver se aqui a casa não desaparece ou, pior (o drama, o horror, a tragédia!), não vira cor-de-rosa-à-benfica.

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Antevemos que o dia vai ser complicado quando…

…, de manhã, temos de ir de óculos de sol para apanhar a roupa na varanda.

7.08.2009

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(mais) alguns momentos non-sense na onda "parvalheira? é do calor..."

1. Pensamento do dia: "Alguma organização isto deve ter. Eu não sei é qual."

2. Verbo da semana: Estrafegar (ou "este não é um blog sádico").
(amavelmente dedicado à I. lol)

Eu estrafego,
Tu estrafegas,
Ele estrafega,
Nós estrafegamos,
Vós estrafegais,
Eles estrafegam.

(Como vêem, ainda sei como é que se conjugam verbos. Contas de dividir é que já é pior. Mas nada de grave. Ainda.)



3. Desabafo: "Epá, tenho de pôr uns pensos nos calcanhares para não ir ao casório* de sandalocha e calcanhar todo esfolado".

E eis que mando uma moquencada (palavra bonita. Mas nada de ideias badalhocas, que este blog não é desses) tão grande na sanita (ainda por cima. Mas quem é que vai contra uma sanita?! Contra um poste ainda vá, ou contra um móvel do corredor, que fundiu-se-me a luz e de noite tem de ser às apalpadelas. Agora contra uma sanita... Pior que isso só lá deixar cair o telemóvel. Coisa que nunca me aconteceu!!!) que até vi estrelas e voilá: calcanhar esfolado talvez não, mas uma canela bem negra é capaz de ir, que também é sexy. (e agora vou para ali uivar um bocadinho que a coisa está-se a dar: tenho a perna a ficar vermelha e não é bonito, oh não não é.)


*oh, vida social agitada. Sábado, casório. Domingo, birthday party. Acho que vou deixar de comer já hoje para guardar espaço, que avizinha-se um fim-de-semana difííícil. hihihi (alarve...? sou nadaaaa)




4. Final feliz do dia (ou da semana ou do mês, sabe-se lá):

Nada melhor para fazer numa quarta à tarde do que andar a correr uma clínica inteira para apanhar um pardaleco que veio ter à casa de banho pela conduta da ventilação. Mas eu fiz o salvamento. Custou, mas foi. Quase tão bom como chamar bombeiros para salvar gatos (ninguém está a gozar contigo, almeida. hihihi. De facto, quando a minha kika tiver aqueles instintos suicidas de passear pela varanda do 4º andar já sei quem hei-de chamar.). O bicho piava piava piava, de tão aflito que estava. Mas piava como um mostrengo que aqui há dias me acordou a guinchar às 8 da manhã na minha varanda. E lembrar-me desse mostrengo (não era um pássaro, era um mostrengo) fez vir ao de cima todo um instinto sanguinário e ideias relacionadas com a pressão de ar do meu pai. Mas pronto, lá me lembrei que este bicho não devia ter nada a ver com o mostrengo, que os pardais não são todos família, que o sol brilha e a relva é verde, que blá blá blá whiskas e saquetas e pronto, lá salvei o pobre coitado que bem estava aflito. Red, a madre Teresa dos pássaros*.

*concerteza se me lembrasse d"Os Pássaros" do Hitchock, não teria intenções tão amigáveis para com os nossos amigos voadores.

7.06.2009

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Não sou só eu, não...

Porque as mangas também devem andar a ser falsificadas. Eheheheh. Mas isso já não sou eu que digo…

Conversa de fim-de-semana de férias:

_ Olha trouxe uma manga. Queres provar?
/saboreia.
_ Tens a certeza que isto é manga..?
/saboreia outra vez.
_ Isto não é manga!!
/saboreia e desconfia.
_ Tu estás a enganar-me, isto não é manga…
_ Não estou nada, estou-te a dizer que isso é manga! E ela até está madura… mas se estivesse mais era capaz de te saber melhor…
/saboreia e medita.
_ Baaah. Ice tea de manga sabe a manga. Sumol de manga, sabe a manga. Trina de manga…
_ Há trina de manga..?
_ …Trina de manga, sabe a manga… Só manga é que não sabe a manga!!
_ Não será o Ice Tea de manga que não sabe a manga..?
_ Não!! A manga é que não sabe a manga! Será que se eu espremer isto sabe a manga…?”





(como vêem, não sou só eu que bato mal. Como diria a minha avó, "quando se arranja uma panela, arranja-se um testo para ela". eheheh)

7.03.2009

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Ovos estrelados falsificados

Acho que os ovos estrelados que comemos em locais como churrascos dos centros comerciais são FALSIFICADOS. Sim, falsificados. Bom aspecto? Check. Clara branquinha, gema amarelinha, toda bonita, toda ela a implorar para lá mergulhar a batatinha frita? Check check. E eu que até sou de ovos à espanhola, esturricados e bem. Mas pronto, uma pessoa vê ali assim a gema a pedir e não consegue resistir, né.
Vou eu, toda pimpolha, toda a salivar, para mergulhar a bela da batata e eis que ela fica lá enterrada. Malta, eu sei o aspecto de uma gema bem passada. Eu amo ovos bem passados. Eu não consigo viver sem um ovo estrelado esturricado. E aquele não tinha nada aspecto de estar bem passado. Parecia um ovo de goma, mas em ponto grande e gorduroso. Aquela era suposto ser uma gema cheia de molhinho, como se eu estivesse a molhar a minha batatinha num poço de colesterol líquido. Mas não era. Pois que me senti ludibriada. Ainda estive para reclamar, que se era para ser bem passada ao menos que fosse bem servida (e quando digo bem servida é esturricada). Mas pronto, lá deixei passar. Mas não me voltam a apanhar com estas coisas.


E esta conversa toda fez-me querer ir ver o que a minha mãe está ali a inventar para a janta. Agora apetecia-me um ovinho estrelado à espanhola.

(para quem não sabe o que é um ovo estrelado à espanhola – daaah –, é um ovo que é estrelado dos dois lados. Logo, fica esturricado.)

7.02.2009

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Até ver...


(que para a semana começa a época de recurso e sabe-se lá...)



FÉRIAS!



(e agora vou para ali só um bocadinho dar pulos de felicidade.)