9.24.2010

2
Porque são fashion (eram, há 30 anos atrás)? Porque ah e tal dão com o meu dark blonde hair? Porque me permitem ver sem ser vista?

Podia ser.
Mas é mais porque
BABYYYYYY
BELIEVE ME I KNOOOOOW IIIIT

...me fazem cantar isto com toda a emoção:

Pode-se dizer que p'ra mim os óculos de sol só fazem sentido com banda sonora.

Os meus dear Jackie Ohh II que, apesar de brancos, são tããão Amália (barco negro, claro).
Os grandes vermelhuscos Wayfarer: Video killed the radio star. Provavelmente cortesia dos concertos do Mr. David Fonseca.
E agora uns aviator dourados (o apêndice estraga-me...): sem banda sonora do Top Gun não estão completos (de preferência a imitar a cena do Tom Cruise a cantar do vídeo acima. Righteous Brothers com you've lost that lovin' feeling ou Berlin com take my breath away - clássicos - é o delírio, pronto).


(E todos os óculos que não fazem lembrar mais nada em especial fazem sempre lembrar Natércia Barreto. Podia também ser músicas de vampiros, que o sol arde-me nos olhos.)

Aaaai. Eu sou tão... croma eu.
Me likey!
You've lost that lovin' feeling
Ooooh that looovin' feeeeeling
You've lost that lovin'feeling
And now it's gone, gone gone, woo wo wooo...

9.23.2010

8
Só para que conste...


Hoje havia no bar da Faculdade um panike (vulgo "folhado") de chocolate.

Quer dizer, ainda não havia, estava para sair.
E eu pedi para guardar.
Quando eu voltei
havia no bar da Faculdade
um panike de chocolate.
Para mim.
Guardado para mim.
Com o meu nome.
Mesmo o meu nome.
E com um smile por baixo do meu nome.
Um smile!! :]
Em cima do panike.
E sem ser escrito por mim.
Exposto no bar da faculdade.
Um panike.
Com o meu nome.
E um smile.
No bar da Faculdade.



Pronto, era só isto.


(Eu já era conhecida no bar. Por querer sempre dois pacotes de açúcar. Por me queixar que não há comida. Por ser a "sem salada, se faz favor". E por ser a "só morninho, se faz favor". Agora vou ser também "a que tinha um panike com o seu nome". E vou ficar para a história do bar da FPCE. Porque tive um panike com o meu nome.)

9.17.2010

4
De volta à assistência dentária



Não se preocupe que só dói até desmaiar, depois já não sente mais nada.


9.10.2010

0
A partir de quantas vezes se pode considerar um padrão? Bem, eu não sei, mas acho que começo a encontrar um...


Nomeadamente, uma certa tendência para deixar coisas em locais públicos.


Ah, porque é um divertimento giro não saber, depois, como reaver o objecto perdido. É coisa divertida, perder a cabeça à procura sabe-se lá onde. É pu*a da loucura (puRa, mentes sórdidas) fazer múltiplas ligações telefónicas para senhores que deviam estar a fazer tudo menos pelamordedeus! atender telefones (eu atraio, minha gente, eu atraio empatas - isso e papa-reformas) a tentar encontrar uma agulha num palheiro (ou um banco numa ATM) - e, se é tão verdade que as coisas estão sempre no último lugar em que se procura nem que seja no último número de uma lista de agências bancárias, devo começar a procurar pelo fim?

Eis que uma querida ATM lá deve ter ficado tão entusiasmada com a foto do meu cartãozinho que me comeu o multibanco (perdão, reteve o meu cartão de estudante/débito, que isto de passar o dia a falar p'ra bancos é coisa para afectar uma pessoa) assim, sem mais nem menos, sem dó nem piedade, sem sequer dizer "ahah eu comi". Eu ainda estava na dúvida, mas 2 segundos e passou-me - que ver escrito na máquina "introduza o seu cartão" depois de já o ter introduzido não pode querer dizer boa coisa.

Oh, vis vozes que se insurgiram!, ai o drama, o horror, a tragédia, que blá blá blá whiskas saquetas devia ter passado o prazo do bicho ou eu pus o código errado ou pus o cartão ao contrário - not, minha gente, sou maluca, mas não estou doida (ainda). A máquina comeu o meu cartão - e posso dizê-lo assim!, sem censuras, que é o que sinto, que o meu cartãozinho foi devorado sem se pensar duas vezes, assim, de rompante, a sangue-frio, sem qualquer espécie de misericórdia e sem sinal de vida-morte. E porque a máquina foi amiga e quis comê-lo, vou ter de esperar uma semaninha até o ter de volta (oh, doce cartão, volte a mamãe que está aqui esperando sem poder levantar dinheiro livremente). E sim, isto é a melhor das hipóteses e a volta mais curta. Digamos que o percurso normal da coisa demoraria mais que um mês.

Aceito sugestões de mais coisas giras (e mesmo úteis) para deixar em sítios públicos. Podia começar a fazer uma espécie de caça-ao-tesouro! Qual peddy-pastelarias, qual quê, isso é para alarves (oh que saudades de umzinho...), agora o divertimento é outro. Segue-se deixar o telemóvel num centro comercial, parece-me coisa p'ra ser emocionante. Se bem que aí a expectativa de sorte não é bem como a das chaves do pópó ou o raça do cartão. Pronto, reformulo: venha aí o "deixar coisas importantes - mas recuperáveis - em locais públicos".
Big Brother?! Isso é p'ra meninos.

9.02.2010

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"Como perder um homem em 10 dias", "Como treinar o seu dragão"... E agora, num blog perto de si, 23 ideias sobre "como abandonar o carro e vir embora"


Na noite passada a minha máquina infernal (vulgo veículo) dormiu na city porque:

a) uns gatunos assaltaram-me e levaram-me a chave
b) uns gatunos assaltaram-me e levaram-me o carro
c) ele simplesmente resolveu não sair do sítio
d) fui responsável e deixei-o lá por estar demasiado alcoolizada para o levar para casa
e) achei que ele precisava de descanso
f) não tinha dinheiro para o estacionamento
g) já estava com saudades de vir de autocarro p'ra casa
h) fiquei sem gasópia
i) começou a deitar fumo (não seria a primeira vez, mas não este...)
j) estava alcoolizada e perdi as chaves
l) o bicho foi rebocado
m) não sabia dele
n) deixei as chaves dentro da mala, a qual só abre mesmo com chave
o) a minha mãe levou-o e deixou-me a pé
p) esqueci-me que o tinha levado
q) ficou mal travado numa descida e foi ao banho ao rio Mondego
r) ficou no parque de estacionamento depois de este fechar
s) a polícia municipal bloqueou o dito cujo
t) aconteceu uma emergência
u) fui de férias e deixei-o lá
v) um moço jeitoso deu-me boleia (claro que não, dear apêndice!!)
x) fui raptada
z) esqueci-me das chaves num local de atendimento ao público que fechou antes de eu vir embora.


E o conselho verdadeiramente útil do dia é... (oooh, digam lá se não tinham saudades dos serviço público deste blog!!!)

Não se esqueçam de coisas importantes (tipo as chaves do carro...) em a) locais de atendimento ao público b) que pertençam ao Estado, como, sei lá, hipoteticamente, gabinetes da Universidade.
É que o funcionário público sai às 5 e depois é chato, só no dia a seguir.
E nop, não estava alcoolizada.