3.26.2011

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Adenda ao post anterior:



Assim como assim, antes um pirilampo mágico do que uma papoila saltitante.

3.25.2011

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Curtas (dependendo do ponto de vista) - ou análise das últimas notícias extremamente relevantes*


Novo mandamento da Red: não abandonarás o teu Ferrari vermelho em vão (ainda que devas estar ligeiramente alcoolizado e vás contra um poste de iluminação). Chama-se a isso HE-RE-SIA, abandonar um bonito Ferrari vermelhinho.

"Organização apela: não comam os monumentos": não se preocupem, malta do Festival de Chocolate de Óbidos, é com muita pena minha, mas não tenciono ir aí. Podem deixar de lado 57 das 62 medidas de segurança contra lontras esfomeadas.

O patrão defende: Domingo, às 18h, estádio Cidade de Coimbra. Vejam-se os adeptos com compleição física mais desportiva que estejam disponíveis a darem show de bola no relvado, já que metade da equipa da Académica está literalmente fora de jogo. Mas, vá, para quê tanto alarmismo, o que é que são 8 jogadores lesionados numa enorme equipa como a Briosa que se prepara para tentar fazer o feito da década e ir à final da Taça?! Meninos.
(desconfio seriamente que o "acidente" do Adrien Silva que o fez partir um dedo do pé a andar - sim, o rapaz estava a andar, estava no jogo mas ia a andar, raios o partam, é mesmo massa de sportinguista; não a treinar, a correr ou a fazer qualquer coisa potencialmente perigosa para um bípede normal, whatever - ou se deve ao sportinguismo puro do rapaz ou é derivado de sessões perigosas de sexo à bruta. É que não estou a ver muito mais que possa justificar a idiotice que há em partir um dedo do pé sozinho)

Querida Red, podes explicar-me como funciona o Murphy? Bem, cara leitora imaginária, a Lei de Murphy diz: "ah, renhinhi renhónhó, que é tão bonito gozar com quem não sabe estacionar - toma lá um parking ticket que já almoçaste".

Descobri a pólvora e vou ser a 574ª candidata à presidência do Sporting porque - a epifania - já sei como salvar os meus pobres gatinhos - e não, não tenho da mesma droga que o Futre usa (estou com a Cat, que mandar para a veia é perigoso) - nomeadamente ao nível do buraco financeiro do clube:


A totalidade das vendas reverte para a alimentação das osgas e dos crocodilos que há no fosso de Alvalade (procurem, que a equipa também há-de por lá andar, bem no fundo fundinho).


*Então, querida Red, e não falas da actualidade política?

Eu? Naaa. Já vi creches menos animadas - e também já vi golpes de estado muito menos golpes de estado. Ah, já sei. São jovens e não pensam, o Palácio de S. Bento é da pinta e toda a gente quer tentar ir redecorar a coisa. Depois há o Cavaco, que lá está, é velho e não se lembra. Suspeito de Alzheimer...

3.16.2011

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Como deixar alguém confuso ao justificar porque lhe trocámos o nome e tentando evitar ter de lhe dar amêndoas na Páscoa:


Sabes, é que eu conheço outra B., que eu não conhecia o sobrenome dela, mas depois soube-o. E quando o conheci o meu cérebro codificou essa informação, reteve-a e depois armazenou-a. O problema é que a armazenou como dizendo respeito a ti e não à outra, e eu deixei de pensar que te chamavas B.B. e interiorizei que te chamavas mesmo B.A.! Basicamente o meu cérebro codificou a coisa certa mas armazenou-a no local errado. Como um déjà-vu, portanto.


Com pérolas destas não percebo porque raio só tive 14 a aprendizagem e memória do 2º ano.

3.13.2011

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Mamãe enganou-me



E o pior é que eu nem notei.

Se eu fui enganada com isto é porque sabe mesmo a manteiga, que eu cá gosto da boa e velha manteiga.

E isto faz-me lembrar que já na distante infância deste blog eu meditava sobre coisas que sabem a outras coisas...

3.11.2011

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Basicamente começa assim*:


Primeiro tento eu.

Ponho a bicha em cima da mesa e engano-a vilmente com umas festinhas enquanto ela se roça em tudo o que há para roçar e mia sofregamente. Chego-a a mim. Agarro-a assim, juntinha juntinha, com um braço de volta da bicha e a mão a impedir as patas dela de fazerem asneira, enquanto seguro com a outra mão o instrumento do diabo, digo, a pílula da desgraçada. A bicha não gosta deste género de intimidade. Com a pílula entre o polegar e o indicador, faço ligeira pressão na boca dela, de frente, de lado, onde calhar desde que ela a abra, o limite são os bigodes! A bicha vira a boca para o lado qual criança mal educada. Tento novamente, enquanto ela começa a debater-se com as patas traseiras. Eu só tenho duas mãos, não consigo agarrá-las todas como se ela fosse um coelho. Hora de apanhar a pílula de cima da mesa e segurar outra vez na gata.

Nova tentativa. Nova festa, novo segurar junto ao meu corpo e, muito amigavelmente, pressionar outra vez a obra maléfica contra a boca da dita até ela a abrir. Ela já não se quer roçar em lado nenhum. Finalmente abre a boca. E a pílula cai outra vez.

Apanho a dita, seguro outra vez na bicha. Faço pressão contra a boca para forçá-la a abri-la. A bicha abre e eu empurro lá para dentro e fecho-lhe logo a boca para não sair. Inspecciono e não vejo a pílula, espero que ela engula. Não engole nada, porque está a boiar no balde de lavar o chão que está ali ao pé.

Deixo a gata e vou buscar outra pílula. Entretanto quero apanhá-la outra vez e ela já não quer vir ter comigo. Vou buscá-la debaixo da mesa, ela foge, vou buscá-la à varanda e volto a pô-la em cima da mesa enquanto ela me ameaça. Seguro na bicha, já não tão amigavelmente como no princípio, faço duas festas não muito sinceras e toca de conseguir enfiar a pílula entre as dentuças da gata. Vira a boca para um lado, vira a boca para o outro, revolta-se com as patas traseiras, ameaça-me com aquele miado baixinho, escapa-lhe uma pata e arranha-me um pulso, entretanto já lhe vejo os dentes, está quase, ESTÁ QUASE!!!, que a bicha vence-se pelo cansaço, finalmente abre a boca mas fecha-a logo outra vez, não desisto enquanto seguro com mais força nas patas dela e a aperto contra mim, o cão ladra no chão enquanto olha para a cena, a bicha revolta-se, não a consigo segurar muito mais tempo sem ela se chatear comigo a sério, abre a boca, abre, ANDA LÁ MINHA GALDÉRIA É SÓ ABRIRES ESSA BOCARRA UM BOCADINHO, ela abre, ABRE!, finalmente abriu e eu consegui pôr-lhe a pílula lá dentro. Ela revolta-se, solta-se e cospe a pílula para o chão. O cão apanha-a primeiro que eu. Haja então alguém protegido nesta casa.

Por fim, e depois de já ter algumas feridas de guerra, decido que é capaz de ser melhor esperar por mamãe para a segurar enquanto lhe tento enfiar o comprimido pela goela abaixo. É que esta odisseia não é de uma mulher só.


* Começar por tentar enganar a bicha e pôr a pílula na comida não funciona. Primeiro porque ela é lateira, segundo porque é inteligente e só come à volta.

3.08.2011

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O carnaval não é propriamente a minha onda, mas...

... AWESOME!!!!



Andavam por aqui uns destes, um pacman com dois monstrinhos atrás, e eu também queroooooo.

3.07.2011

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Suspeito que o meu problema seja não gostar de queijo nem de vinho...

Homens da Luta, a sério? Eheheheheheh (ou, melhor, kikikikiki).
Vá, não acho mal. Só admito que gosto mais dos Maria Amélia...


3.04.2011

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Eu não podia com os senhores felizes dos anúncios do pingo doce mais a sua bela musiquinha...


Mas agora que os ouço a cantar "cócórócócó" já só tenho pena.
Ou então não, que deve ter de se ser muito bem pago para fazer aquilo na televisão.

3.02.2011

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Mas é que, de entre as opções, venha o diabo e escolha (ou "estacionamento para energúmenos")


Querido senhor que conseguiu a proeza de ocupar quase 3 lugares de estacionamento,

Ou a carta lhe saiu na farinha amparo ou o senhor faltou às aulas de condução onde se aprendia a estacionar.

Devo dizer-lhe que a ideia do estacionamento consiste em arrumar o carro - de preferência num sítio em que seja permitido fazê-lo - ocupando o menor espaço possível e onde não estorve.
Devo também, contudo, admitir que a sua exibição me parece um recorde, pois creio que a minha ilustre pessoa nunca tinha visto um ligeiro ocupar mais que dois lugares de uma só vez.

Hoje deixo-lhe no pára-brisas um bilhete com o nome da escola onde tirei a carta. Lá ensinam a estacionar. Desculpe não deixar o número de telefone, mas certamente virá na lista telefónica. E dão um livro de código que até tem os sinais e as marcas de trânsito, veja lá! Se volto a ter de entrar pelo lugar do pendura porque o senhor não distingue "perpendicular" de "paralelo", não vou ser tão fofinha, que os cadernos estão caros.