1.28.2012

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De pimba a agradável ao ouvido em duas partes:







Porque, after all, a maioria do que se ouve nos tops e afins, bem traduzidinho, não passa muito além disto. Ou é bem pior.

1.25.2012

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Não, não era eu, o meu spot é mais ali nas docas do Parque Verde.

"Lontra marinha provoca confusão numa esplanada portuense"


1.19.2012

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Não, epá, agora a sério.


Girassóis e borboletas já lá têm. Agora para complementar era vestirem os meninos de maillot verdinho-alvalade (ou será amarelo?) e vê-los a distribuir flores aos adversários na entrada para o balneário.

Cambada de amélias, pá. É por estas e por outras que já ninguém liga ao Rei Leão.

1.18.2012

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Até a criminalidade está em crise.


De inteligência, pelo menos.

"Jovem do caso facebook agride jornalista à porta do tribunal" - acabadinho de ser condenado a pena suspensa por, entre outros, crimes de ofensas à integridade física.

Eu bem dizia que não havia condições. E cada vez há menos. Mais do que o curso de criminologia, precisa-se de um curso de criminalidade básica para estes sujeitos, sff.

1.16.2012

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"Os tempos estão difíceis... Isto é Portugal, isto está difícil desde 1143!"


Ou "o porquê da Sic Notícias ser o melhor canal de informação nacional". Isto foi dos melhores produtos de televisão nacional que surgiram nos últimos tempos. E não é um programa de humor. Vai ser difícil é manter o nível nos próximos programas.


1.15.2012

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Como manter os dias extremamente ocupados na vida de uma lontra:


Despachar Modern Family, Homeland, iniciar a actualização de Breaking Bad e intercalar com Ovelha Choné. Começar a ler Stieg Larsson antes de ir ver o filme. Parar para comer e dormir. Pausa para a casinha também é recomendável. Sair do sofá por outras razões só em caso de extrema necessidade.

1.13.2012

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A ti, D.J.


Primeiro puseram-te ao meu cuidado sem eu sequer ter tempo para opinar. Não estava preparada, nem sabia ao que ia, mas lá me levaram até ti. Disseram-me que era para meu bem, que ias ser bom para mim, que iam cuidar bem de nós e eu confiei. Demorei para te ter. Estive ali, à espera, a ver-te chegar, mas sem poder fazer nada para acelerar o processo. Vi-te seguires o teu caminho até, por fim, fazeres parte de mim. O que sofremos para estar juntos! Aqueles primeiros dias de sangue, algum suor e bastantes lágrimas. Nesses primeiros dias, sempre que querias sair parecia que havia lâminas a cortar-me a carne, pedindo-me para ficares. Nessa altura pintaram-te muito mal na fotografia: disseram horrores de ti e eu, ainda assim, não queria acreditar, não, comigo não era assim, tinham havido momentos difíceis mas nada que não conseguíssemos ultrapassar juntos. E assim foi. Passámos o Natal, começámos o novo ano juntos, juntinhos, oh, foram 58 dias de comunhão absoluta. Quando algo não te agradava gostavas de me picar, de propósito, e sabias que eu ia logo a correr beber depois disso, pois a carne é fraca e eu não aguentava esse teu mau feitio, as tuas indirectas e mesquinhices. Contigo chorei, naqueles primeiros dias, mas também contigo - oh, tantas e tantas vezes - me mijei a rir.

Hoje tiraram-te de mim. Era o que tinha de ser, já estava avisada desde o início que era temporário, e até me deixaram ficar contigo mais do que o que estava programado. Mas foste. Hoje senti parte de mim a esvair-se. Vi-te ir embora, com um misto de dúvida e alívio. Preparaste-me para o futuro, para quando eu for só, triste e abandonada, e já não me conseguir conter, e por isso tenho de te agradecer.

Vou ter saudades tuas, meu querido...


(Pensavam que me tinham dado brinde no último internamento? Na, que isto nos dias de hoje não se dá nada a ninguém e já cá vieram tirá-lo, ah pois... não que tivessem grandes intenções disso, contrariamente ao que eu estava à espera, mas ninguém resiste aos meus olhinhos de bambi incontinente, que ser incontinente é muito triste e eu já andava farta de passar a vida a correr para a casa de banho. Enfim, caro rim, sós!)

1.07.2012

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Pai, está cada vez mais na altura de tirares a tua magnífica t-shirt do armário.



Aparentemente há dados ingleses que apontam para que o declínio cognitivo se inicie, afinal, já a partir dos 45 anos de idade.

Hum... Não fui só eu que me centrei no facto de ser um estudo feito só com funcionários públicos, pois não..? Deve querer dizer alguma coisa...


1.06.2012

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Completem a frase: Esta vida de grande lontra está a dar cabo de mim...


... Not.

Só para dizer que não, não entrei em hiperglicémia ou coma diabético ou qualquer coisa do género derivado da alarvidade de coisas doces que se me habitam o frigorífico em memória do que foram as festividades alheias, como pudim de bolacha, tarte de amêndoa, bolo de chocolate, mousse de chocolate, arroz doce, bolo de profiteroles, pão-de-ló recheado com doce de ovo ou biscoitos natalícios de chocolate.

Também não, ainda não morri de hipersonia, assim como assim não tenho dormido assim taaanto, mas ei, há que aproveitar de alguma maneira o tempo entre ser ex-estudante-de-férias e nova-desempregada, nomeadamente a devorar Stephen King e Modern Family e American Horror Story e Luther e Dexter e Six Feet Under e outras coisas que tais (por falar nisso, nas próximas 6 semanas há um filme de interesse a estrear por semana, tenho de começar a trabalhar nisso já com o Sherlock) .

Mas pronto, agora que já passaram as festividades - ei, e prendas hoje, ninguém tem para mim? Se enrolar a língua acho que passo por espanhola e dava jeito receber a trilogia do Stieg Larsson antes de ir ver o filme, estou só a dizer - e que acabei de tirar 119 bolas, 41 laços e 3 conjuntos de lâmpadas da minha árvore de Natal de 1,80m - nem as do Dolce Vita, pá - vinha só aqui desejar-vos um bom aninho, sim? O meu augura tudo de bom, tendo em conta que o ano passado acabou com muito camarão e sapateira e as comemorações reveiónicas começaram ao som de Nowhere Fast (pelo menos a mim parece-me um bom prenúncio).

E ah, apresento-vos a minha, aliás, o meu, porque é um menino, novo companheiro:



Blá blá blá whiskas saquetas, receber peluches é tótó, blá blá blá whiskas saquetas - Whatever, losers, mas isto NÃO é um peluche, é um(a) Ovelha Choné que vibra quando se lhe puxa o rabo (o que a minha mente sórdida não relaciona muito com crianças, mas pronto) e ai aqueles olhinhos, vejam-me só aqueles olhinhos, estamos entendidos?

Ora então bonne année para todos!
(ou só para alguns, como quiserem, é à vontade do freguês)

1.02.2012

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Just checking...






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Na, o mundo ainda não acabou. E o IVA até já subiu e tudo.