2.06.2012

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Até parece que foi ontem... (e por acaso foi mesmo anteontem, mas varreu-se-me)





Um curso acabado, um carro adquirido, muita bolacha comida, um trabalho num dentista pausado e retomado, um avô, um primo e um irmão falecidos, um portátil comprado, um estágio feito, uma tese defendida, um voluntariado realizado, dois internamentos por um rim idiota, uns meses de cadeia (hihihi isto dito assim...), uns diazinhos de Inglaterra, muitas receitas cozinhadas, alguns adormecimentos na última sessão do cinema, um duplo Jota, um portátil roubado, um carro a perder água ao metro e quase a arder, um acidente com mamãe, 4 queimas das fitas, algumas idas à Luz ver o Sporting, muitas "perspectivas nunca vistas!" de papai, dois cartões comidos pelo multibanco, U2 e Bon Jovi, um saltinho a Barcelona, dois mini-concertos-mais-pequenos-do-mundo-a-seguir-ao-da-comercial dados, uma multa de estacionamento, algumas quezílias com senhores da TV Cabo, e da CP, e da secretaria-geral, e por aí fora!, um fim-de-semaninha em Braga, uma passagem por um Centro Educativo, um início de desemprego, muitas calinadas de mamãe, centenas de biscoitos cozinhados, muitas séries começadas e acabadas, 4 viagens de avião, duas de reboque, umas quantas de carro e comboio (ou metro) nem vê-lo, algum serviço público e muita - mas mesmo muita - parvalheira depois (e não necessariamente por esta ordem)...

4 anos
-
e uma vida, a minha mesmo -
a contribuir para a (im)produtividade nacional.

3 Pessoas leram e ainda comentaram!

Tweety disse...

Não podia estar mais bem resumido...falta a "muitas gargalhadas dadas aos leitores"

Parabéns ;D

beijim

teardrop disse...

De facto, acontecem mesmo muitas coisas em 4 anos. Conseguiste contar-nos bem o que te aconteceu! Parabéns pelo aniversário do blog e que venham muitos mais anos :)

JP disse...

Pela parte que me toca fico "muitagardecido" pela referência lisongeadora. É que as "perpectivas nunca vistas" de papai são produções únicas, inimitáveis e por vezes tão intensas que se tornam inviziveis perante o olhar mais distraído de espectadores menos sensíveis a novas formas de arte vanguardista.

PS.
Em quatro anos de produtividade resumidos desta maneira (sintética e brilhante como sempre) não se pode afirmar que o país não tenha melhorado com um contributo tão intenso e diversificado como o que aqui é relatado. Para além de que, entrar Aprendiz e sair Mestre não pode ser considerado uma contribuição de somenos importância no âmbito daquilo que foi/é a produção nacional. "Mai" nada!
jinhos...