8.01.2012

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Só me saem duques ou cenas tristes.



Bem, eu tinha pensado vir aqui dizer que não, não morri, apenas faz um mês que comecei a trabalhar, o que aparentemente não anda muito distante, que isto dos horários flexíveis é mais para o não ter hora de saída do que para o não ter hora de entrada, e que ter um patrão que praticamente dorme no local de serviço e não vê problema nenhum em vocês fazerem o mesmo pode não ser bonito.
Era para vos falar das minhas belas experiências em ficar fechada à noite nos claustros da faculdade (aquele edifício lindo do século troca-o-passo), às escuras, a testar vários dos caminhos até à saída (liga luz do corredor da frente, desliga do de trás) até descobrir que só mesmo o último é que está disponível (nada que o Murphy não previsse) e que afinal dá jeito o patrão quase lá dormir, pois sempre abre a porta para podermos sair.
Podia ainda escrever mais um ou dois capítulos de acontecimentos com a máquina infernal, ainda que não lhe pegue há mais de uma semana (e só por isso teria apenas um ou dois capítulos para acrescentar).
Basicamente, tinha pensado vir descrever toda uma panóplia de peripécias que vos podiam comprovar que, definitivamente, arranjei uma vida.


Mas depois vi, ainda há pouco, num passeio de uma das principais avenidas de Coimbra, um senhor agarrado a uma árvore, prestes a dar-lhe um beijo apaixonado.

2 Pessoas leram e ainda comentaram!

S@ndryn@ disse...

Só TU!!!
MAs eu depois quero saber essas aventuras xD
Ainda vais escrever um livro intitulado: "Uma Aventura na FPCE_UC", e ainda se vai tornar um best-seller nacional e internacional :D

Paulo Garcia disse...

Deixo um comentário sob ameaça e fico esclarecido porque já cá estava um...
Já agora, podes partilhar como te irias livrar do meu cadáver? Preciso de ideias. Obrigado