Se acaso ainda não tinha referido, acho que este pequeno intróito vos deve dar uma ideia, por isso adiante.
Ora a modos que, na última incursão que fiz aos meus humildes aposentos, deparei-me com isto.
Mas, guess what: quem é que confia nuns gajos que bebem whisky e andam de saia para fazerem um desporto olímpico? (tanto não se confia que a coisa agora é mais praticada no Canadá...)
O meu sonho também é varrer gelo. Quando for grande vou ser limpa-neves.
(Enquanto isso não acontece e tenho de aturar o apêndice e o curling, vou vendo Vancouver no Eurosport, que os jogos olímpicos de inverno são pródigos em tralhos aparatosos. E é sempre fofo ver desportos que implicam alta velocidade e falta de travões, o que pode dar em ir contra postes da pista, partir a espinha e ter morte imediata. Aaaah os jogos olímpicos...)

P.S.: Eu não vou fazer melhoria, já que o meu cérebro resolveu entrar em recolher obrigatório, o filho da mãe. Lá terão de vir as duas semaninhas sem mexer uma palha.
Digamos que se eu quero um bolo, tenho de ser eu a fazê-lo. Por isso sai uma tarte de amêndoa para soprar um fósforo!
A minha pessoa tirou a carta em Maio. A carta ainda não chegou à residência da minha pessoa. De facto, a carta da minha pessoa ainda nem sequer saiu de Lisboa.
Depois da carta, a minha pessoa já fez o CU (aka Cartão Único, actualmente denominado Cartão de Cidadão por alguma mente pervertida que lá vislumbrou algo badalhoco no rótulo anterior), já pediu uma certidãozinha na Universidade (daquelas que demoram uma hora para pedir, 1 mês para estar pronta e mais 1h para levantar), já fez um novo passe (sim, que a minha pessoa é importante e foi chamada aos sub-23), não tarde renova a ADSE e a bela da carta sem me chegar às mãos.
Aliás, a minha pessoa até já fez uma operação stop com direito a soprar no balão e carta, que é dela. Em compensação, a minha licença é uma coisa bonita, toda cheia de carimbinhos e carimbetas e assinaturas fofinhas e datas e não sei quê. Acho que a licença com maior validade na história das licenças provisórias.
Consta que é por causa da digitalização da fotografia. Eu diria para também não exagerarem, que não sou assim tão hedionda e até gostei bastante das fotozinhas que tirei para a carta (queria mesmo usá-las para o CU/CC, porque foram das poucas que ficaram decentes, mas eles não gostam de pessoas decentes e não deixam). Más linguas dizem que não ma querem dar. Mas não percebo porquê; a minha pessoa é extremamente segura ao volante.
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... mas os tempos mudaram e agora diz "escova de arame", útil para desincrustar o lixo e acabar com o bronze de uma vez por todas.
Smoky | adaptado pela Red (muito trabalhinho a editar este html...)
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