Mostrar mensagens com a etiqueta idiotice aos cubos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta idiotice aos cubos. Mostrar todas as mensagens

9.07.2012

0
Quem é vivo sempre aparece.


(E isto podia ser um post a falar do novo single da minha Alanis ou dos No Doubt, mas não é.)

Parece que comecei a ter uma vida. Quer dizer, não sei bem durante quanto tempo, que ainda agora começou e já está cada vez mais precária, segundo a comunicação do PM e o atraso logo nos primeiros vencimentos que até são pagos pelo estado, mas assim como assim o gabinete já é num bunker lá na faculdade, portanto acho que estou mais ou menos protegida.

Diz é que escrever parvoíce começou a tornar-se muito mais trabalhoso do que o habitual. É que tenho de ter dois trabalhos: o de ligar o filtro na maior parte do dia (diz que agora sou psicóloga ou coisa que o valha; até é mais coisa que o valha enquanto a ordem não aprovar o estágio, mas pronto, anda por aí) e o de o desligar e ainda reportar a idiotice (a minha e a alheia). O problema não é a falta de material para dissecar: ainda há umas semanas vi um homem claramente apaixonado por uma árvore e prestes a espetar-lhe um xoxo (Coimbra deserta em Agosto? Só se for das pessoas normais). E em tanto tempo sem cá vir muita coisa aconteceu, pois claro, até o eixo da terra se deslocou mais uns segundos.  O problema é que se antes o meu esforço consistia na árdua decisão de ter de me levantar do sofá se quisesse ir à casa de banho ou assaltar o frigorífico, agora é ter mais que fazer do que o que a minha lontrice suporta, pelo que me tenho limitado ao aparvalhamento familiar (tenho de sugerir o verbo aparvalhar ao 5PM).

Mas quem me tira a parvoíce tira-me tudo, e se agora me falta a companhia para cantar músicas do Noddy ou fazer vídeos sobre Fritos em público, resta-me ter um blog idiota para mandar umas larachas para o ar, que a maluqueira sabe melhor quando é partilhada (digo eu, que gosto de psicóticos).

So I'm baaaack in the game!

6.28.2012

0
Estás oficialmente crescida quando...


a) a tua avó diz
b) os familiares que não te vêem desde o século III dizem
c) acabas a escola
d) vais viver sozinha
e) acabas o curso
f) os irmãos mais novos dos teus amigos já andam na universidade
g) arranjas um carro que te treina em toda a espécie de manutenção automóvel
h) recebes a cédula profissional da ordem
i) te chega a primeira carta das Finanças.


Bem-vinda seja, então, ao mundo da precariedade laboral.

1.07.2012

2
Pai, está cada vez mais na altura de tirares a tua magnífica t-shirt do armário.



Aparentemente há dados ingleses que apontam para que o declínio cognitivo se inicie, afinal, já a partir dos 45 anos de idade.

Hum... Não fui só eu que me centrei no facto de ser um estudo feito só com funcionários públicos, pois não..? Deve querer dizer alguma coisa...


1.02.2012

0
Just checking...






...




Na, o mundo ainda não acabou. E o IVA até já subiu e tudo.


11.17.2011

2
Às vezes questiono-me sobre a minha sanidade mental...

... Sobretudo quando venho conduzir e dou por mim com o rádio mais de 5 segundos no André Sardet sem mudar de estação.

Mas depois apanho Eye of the Tiger (ou Bonnie Tyler ou Abba, também servem para o efeito) na M80 e começo a cantar desalmadamente e então apercebo-me que naaa, está tudo normal, foi só uma ligeira distracção e todos temos direito a desperdiçar 5 segundos por dia.

11.09.2011

3
PÁRA TUDO!

Carolina Salgado desvenda, no seu segundo amontoado de folhas livro, plano secreto para matar a águia do Benfica!

(ler isto com a voz séria mas entusiástica dos anúncios idiotas "Saiba tudo na Lux!" que passam na rádio)


Ora isto vai dar um best-seller, certamente, e eu tinha de partilhar que, qual Duarte Lima qual quê, isto sim é investigação criminal. Mas, mudando de assunto, ai, é que uma pessoa aqui a definhar no sofá dia após dia entre Stephen King e Sete Palmos de Terra até vai pensando: "Bolas, eu devia escrever qualquer coisa no estaminé, que não tarda crescem lá silvas e tudo, mas com esta vida de lontra nem sequer tenho grandes motivos de inspiração". Bem, é verdade que eu já não estou no centro da acção, que é como quem diz, na cadeia (oh, ainda lá houve um motim há tão pouco tempo, bateu-se-me cá uma saudade...), mas também uma pessoa para ter fonte de inspiração de idiotice só precisa de ligar a televisão e pensar outra vez, que há toda uma série de pérolas que podem ser aproveitadas. Como a inteligência do senhor que conduzia um dos únicos 3 carros Aston Martin daquele modelo no seu país (e que, portanto, será muito difícil de identificar pelas autoridades - not) e que se divertiu a conduzi-lo a quase 300km/h numa auto-estrada enquanto era filmado por um amigo que partilhou esse feito na internet. (Se a curiosidade matou o gato, o ego matou o homem, claramente). Ai, a televisão, que nos incita a fazer, por exemplo, análises sociológicas das pessoas que ligam para aqueles programas tipo opinião pública e depois gritam ao telefone coisas como "este plano de destruição massiva dos transportes públicos não é novo, quando chegou ao governo Adolf Hitler fez o mesmo, Pinochet fez o mesmo!". (Bem, eu cá era capaz de jurar que os alvos de destruição maciça do Hitler não eram exactamente os transportes, mas mais alguém que ia dentro deles. Mas isso sou eu que ainda acredito naquelas coisas do, ai como é que se chama, aquilo, que há gente que já nem dá nas escolas, ai porra, ajudem-me, aquela história de irem comboios de carga apinhados de gente para despejar em campos de concentração, chiça está debaixo da língua, o Holocausto!, pois, esse. (Btw, quando eu for grande hei-de ler o Mein Kampf))

Bem, tudo para dizer que estou viva sim, que a televisão o ser humano é, sem dúvida, um bicho inspirador, que vou na página 571 do It e nem a meio a coisa está e que a melhor coisa a fazer para não adormecer numa viagem de carro de volta para casa às 2h da manhã é ter a rádio na M80 e cantar desalmadamente Eye of the tiger. Aaai, juntar a Carolina Salgado, Aston Martins, o Hitler, os palhaços demoníacos do Stephen King e banda sonora de Survivors no mesmo post... Não é por acaso que há para aqui uma etiqueta que diz "idiotice aos cubos".



10.21.2011

2
Então mas afinal ainda não foi desta que o mundo acabou?


Vão dizer isso ao Kadhafi.

7.09.2011

1
Quando eu for grande (gigante!)...







... Hei-de ter um cão chamado Cãofúcio.

6.19.2011

0
Dois submarinos já temos.


Mas eu ia jurar que são precisos quatro... E depois só faltam um porta-aviões, um couraçado, dois cruzadores e três contra-torpedeiros. Com o Portas nos Negócios Estrangeiros não tarda estamos prontos para a Batalha Naval. Ou então vêm aí antes 4 anos de tiros na água...

6.04.2011

4
Não temeis, meu povo, i'm alive and well and genius as hell!


Eis que se passou um mês. E num mês passa-se muita coisa! Já lá vai uma Queima - a Queima, by the way, que com a última não se brinca -, com direito a tempo de antena na RTP (lá está, Red Maria a fazer serviço público) e muitas figuras tristes sem álcool envolvido (o normal, portanto) - incluindo cenas à Buzz Lightyear em cima de muros alheios, para o infinito e mais alééééém, com papai novamente reportando as perspectivas que você nunca viu (ou papai é, definitivamente, um artista incompreendido, ou tem um fetiche por pés - eu preferia acreditar no artista incompreendido). Já lá vai uma Queima com poucas noites de Parque e muita animação, com vestidos de gala em moçoilas que ainda há uns anitos andavam de rabo de cavalo, calças de ganga e bola debaixo do braço - eu? naaaa, oh pra mim que sempre fui cúmulo da femininice -, com bengaladas em cartolas e marcas de guerra no nariz, com snow angels em esferovite no meio do chão, com touros e garraiadas, com faixas ao peito e capas de super-joaninha e autocolantes a dizer Coimbra é que é. E até a bênção das pastas já foi, com almoço de família respectivo - 1 é pouco, 2 é bom, 3 já chega, 4 é uma multidão, mas oh, a arte da negociação com pais divorciados, que bónito - (evento tão frequente que o apêndice inclusivé teve receio que eu estivesse grávida e estivesse a preparar toda uma anunciação familiar).

E no decurso da dita cuja Queima - eia que semana comprida, ou então não - até uma quick trip a Barcelona por motivos menos felizes se fez, com direito a questionar senhores espanhóis da Pans porque raio é que os espanhóis não comem pastas de atum, delícias, frango, etc, que as nossas Pans têm disso e muito mais e as Pans deles não, o qu'é que se passa, mas somos todos europeios ou não?! E, lá está, ter de aturar pais divorciados em viagem é o delírio, a sério, sobretudo quando eles estão a ficar caducos e há pessoas que usam gel de banho de hotéis para pôr no cabelo à espera de fazer um penteado porreiro e não, pai, eu não digo que foste tu, até porque contado ninguém acredita.

Mas já lá vai Queima, já lá vai a Barcelona de onde eu trouxe recuerdos egocêntricos para a malta - mas é de génio, que com um íman de joaninha a dizer barcelona elas nunca se esquecem que foi a minha pessoa que trouxe quando por lá passou -, já lá vai uma apresentação de caso, já lá vai uma primeira versão de um enquadramento teórico de uma tese, já lá vai um ano lectivo de estágio pertinho pertinho dos finalmentes - oh, que saudades eu vou ter dos meus dias animados de prisão -, já lá vai um curso, quase, e eu aqui tão novinha a comer conguitos enquanto ouço teenage dream e tenciono vegetar em frente à TV a actualizar-me face a qualquer série televisiva da qual perdi o rasto nos últimos meses ao mesmo tempo que me mentalizo que tenho um relatório de estágio para entregar em pouco mais de uma semana e uma tese que dava jeito estar feita em Junho (mas Julho também é um mês bonito, não é?).

Pois que pronto, era só isto, não me parece que se tenha passado muito mais de importante na minha ausência, salvo as belas manchetes que a E. Coli já provocou - não devo ser só eu a achar extremamente badalhocas manchetes tipo Portas usa pepinos para atacar Sócrates ou afinal a culpa não é dos pepinos espanhóis, ou então até sou - e também a rambóia politiqueira que vai para estas bandas com a ajuda do nosso querido Metro Mondego (por-ra-da, por-ra-da, eu quero é sangueeeeee).

Eia, pára tudo, extremamente relevante é que aaai, tão novinha e já tão estragadinha, então não é que tenho mesmo calhaus no rim e, como se já não chegasse, na vesícula? Pois que penso seriamente pedir indemnização a mamãe por danos causados, que isto só me saem duques e senas tristes na rifa e olha pedras, bela m****, não gosto nada disso, diamantes não me calham, não, agora calhaus, aturai-os vós -.-'

Bem, agora mil perdões, caros 2 leitores e meio, mas vou voltar ao meu último fim de semana ocioso dos próximos tempos, sim? É que há-de ser mesmo daqueles em que levantar o rabo do sofá custa até para ir à casa de banho. Acho que amanhã voto pela janela, que com a urna aqui tão perto era só fazer do boletim um aviãozinho et voilá, já estava. Ora então passar bem, sim?

3.25.2011

1
Curtas (dependendo do ponto de vista) - ou análise das últimas notícias extremamente relevantes*


Novo mandamento da Red: não abandonarás o teu Ferrari vermelho em vão (ainda que devas estar ligeiramente alcoolizado e vás contra um poste de iluminação). Chama-se a isso HE-RE-SIA, abandonar um bonito Ferrari vermelhinho.

"Organização apela: não comam os monumentos": não se preocupem, malta do Festival de Chocolate de Óbidos, é com muita pena minha, mas não tenciono ir aí. Podem deixar de lado 57 das 62 medidas de segurança contra lontras esfomeadas.

O patrão defende: Domingo, às 18h, estádio Cidade de Coimbra. Vejam-se os adeptos com compleição física mais desportiva que estejam disponíveis a darem show de bola no relvado, já que metade da equipa da Académica está literalmente fora de jogo. Mas, vá, para quê tanto alarmismo, o que é que são 8 jogadores lesionados numa enorme equipa como a Briosa que se prepara para tentar fazer o feito da década e ir à final da Taça?! Meninos.
(desconfio seriamente que o "acidente" do Adrien Silva que o fez partir um dedo do pé a andar - sim, o rapaz estava a andar, estava no jogo mas ia a andar, raios o partam, é mesmo massa de sportinguista; não a treinar, a correr ou a fazer qualquer coisa potencialmente perigosa para um bípede normal, whatever - ou se deve ao sportinguismo puro do rapaz ou é derivado de sessões perigosas de sexo à bruta. É que não estou a ver muito mais que possa justificar a idiotice que há em partir um dedo do pé sozinho)

Querida Red, podes explicar-me como funciona o Murphy? Bem, cara leitora imaginária, a Lei de Murphy diz: "ah, renhinhi renhónhó, que é tão bonito gozar com quem não sabe estacionar - toma lá um parking ticket que já almoçaste".

Descobri a pólvora e vou ser a 574ª candidata à presidência do Sporting porque - a epifania - já sei como salvar os meus pobres gatinhos - e não, não tenho da mesma droga que o Futre usa (estou com a Cat, que mandar para a veia é perigoso) - nomeadamente ao nível do buraco financeiro do clube:


A totalidade das vendas reverte para a alimentação das osgas e dos crocodilos que há no fosso de Alvalade (procurem, que a equipa também há-de por lá andar, bem no fundo fundinho).


*Então, querida Red, e não falas da actualidade política?

Eu? Naaa. Já vi creches menos animadas - e também já vi golpes de estado muito menos golpes de estado. Ah, já sei. São jovens e não pensam, o Palácio de S. Bento é da pinta e toda a gente quer tentar ir redecorar a coisa. Depois há o Cavaco, que lá está, é velho e não se lembra. Suspeito de Alzheimer...

3.16.2011

2
Como deixar alguém confuso ao justificar porque lhe trocámos o nome e tentando evitar ter de lhe dar amêndoas na Páscoa:


Sabes, é que eu conheço outra B., que eu não conhecia o sobrenome dela, mas depois soube-o. E quando o conheci o meu cérebro codificou essa informação, reteve-a e depois armazenou-a. O problema é que a armazenou como dizendo respeito a ti e não à outra, e eu deixei de pensar que te chamavas B.B. e interiorizei que te chamavas mesmo B.A.! Basicamente o meu cérebro codificou a coisa certa mas armazenou-a no local errado. Como um déjà-vu, portanto.


Com pérolas destas não percebo porque raio só tive 14 a aprendizagem e memória do 2º ano.

3.07.2011

1
Suspeito que o meu problema seja não gostar de queijo nem de vinho...

Homens da Luta, a sério? Eheheheheheh (ou, melhor, kikikikiki).
Vá, não acho mal. Só admito que gosto mais dos Maria Amélia...


1.19.2011

5
É por estas e por outras que é melhor eu não fazer Rorschach.


Pergunta para 10 mil euros:

Queridos dinâmicos, o que raio diz de mim sonhar com parquímetros?

a) "é a pura da psicose"
b) "o parquímetro é um símbolo de autorização, tu visualizas um mas de facto é o teu subconsciente a mostrar-te a necessidade que tens em ser aprovada nas tuas realizações..."
c) "não puseste moeda da última vez que estacionaste"
d) "deves procurar o parquímetro que vês no sonho durante esses 3 dias e pôr-lhe uma moeda ou algo muito mau te acontecerá".


A resposta certa é a c), obviamente, mas gosto especialmente da hipótese tipicamente-dinâmica (sou tão ruim) e da hipótese mail-em-cadeia...

12.21.2010

1
"Hoje já não levas rojões!", ameaçou Luís Filipe Vieira.


Devido a ocorrências no túnel da luz, águia milhafre Vitória obrigada a rescindir contrato com os lampiões.

Não se sabem ainda os contornos da saída, mas é possível que a bicha venha a abrilhantar a próxima tour dos Eagles.

Em primeira mão, Vitória avança em exclusivo para o Não é um blog, é O blog que "sempre é mais agradável - e másculo - voar ao som de Hotel California do que passar a vida a ouvir dizer que os benfiquistas são papoilas saltitantes".

10.23.2010

5
Só ideias brilhantes. Parvas, mas brilhantes.


Pois que a missão de uma psicóloga-forense-estagiária passa por dar o seu contributo ao desenvolvimento da área.


E se os componentes de treino de competências são tão importantes na intervenção com a malta delinquente – diz que esse povo é agressivo, impulsivo, com fracas capacidades empáticas e umas estratégias de resolução de problemas muito… fraquinhas… –, eu, Red Maria, aposto em toda uma nova estratégia fácil, rápida e económica de avaliar as capacidades de adiamento da recompensa/tolerância à frustração dos sujeitinhos.


Aposto assim em todo um novo instrumento de avaliação psicológica, doravante conhecido como


“o Teste da Romã (TR; Red, 2010)”


A teoria que suporta esta técnica baseia-se no conhecimento actual da existência de dois tipos de pessoas: as que comem a romã enquanto a descascam e as que descascam a romã toda primeiro para depois comerem tudo à colherada.


É que as que descascam primeiro – como mamãe – mal aproveitam o saborzinho, porque no meio de tanto trabalho vão pondo uns grãezitos para a boca e nem lhes sentem o sabor. São pessoas impulsivas, que não conseguem resistir à tendência para buscarem a gratificação imediata dos seus desejos e necessidades, sendo tal frequentemente acompanhada por um baixo nível de tolerância à frustração (como quando mamãe refila quando acidentalmente deixa cair grãezinhos para o chão, que teve tanto trabalho a descascá-los e acaba por ser o cachorro a aproveitar-se deles).


Já o segundo grupo de pessoas consegue resistir à tentação de ir comendo os grãezinhos, recolhendo-os meticulosamente para uma tigela para posteriormente serem comidos de uma vez, podendo assim ser saboreados em cada colheradazinha (como eu, que estou ali uma eternidade a depenicar grãezinhos para comê-los todos depois). Estas pessoas, além de inteligentes, são pessoas que compreendem a gratificação existente no prémio que se segue ao trabalho árduo, compreendem a necessidade de resistir a algumas tentações por um bem maior, são meticulosas e esforçadas, são resistentes e agradecidas pelas dádivas que obtêm.


Eu, obviamente , faço parte do segundo grupo.


Daquele grupo das pessoas inteligentes que desesperam por estar de penitência 10 minutos a descascar a porcaria de uma romã para depois finalmente demorarem 2 a comê-la à colher de uma taça. Vá, digam agora que eu sou uma tirana impaciente só porque ao fim de 30 segundos do intervalo das criancinhas na escola primária apetece-me ir para a varanda com uma carabina fazer pontaria a miolos infantis alheios!!! Ou porque ao chinfrim das obras do andar de cima apetece-me responder enfiando-lhes uma vassoura pelo sítio que eu cá sei acima. É perfeitamente compreensível! Não tem mal nenhum e não deixo de ser uma pessoa extremamente paciente e tolerante por causa disso –.- Excepto com o estupor que não é do meu prédio e estaciona a mota a ocupar o espaço de um carro ou dois e me faz ter de deixar o carro no cu de judas, com esse não sou muito tolerante, e qualquer dia quero lá saber do meu ferrari e levo-lhe a porcaria da mota à frente.


Dass, que trabalheira. A outra quando se queixava que tinha de ser a empregada a tirar-lhe as graínhas das uvas ainda não tinha visto o cu à carriça. Ou então não deve saber o que é uma romã.

8.02.2010

4
PÁRA TUDO, PÁRA TUDO, PÁRA TUDOOO!!

Será um pássaro? Será um avião? Será o Super-Homem? Naaa, é só um novo submarino.




E pronto, era só isto. Acho que é idiota que chegue.

Aaah, desculpem, eu é que não compreendo a profundidade - 20 mil léguas submarinas, no mínimo - da ameaça terrorista subaquática. Hum... será que o capitão do Tridente também se vai chamar Nemo...? Nada como ver um pacote de pastilhas a ser comandado por um peixe-palhaço. Acho que peixe-palhaço é a escolha adequada para comandar um investimento destes. Se pensar melhor concerteza lembrar-me-ei de algum caranguejo-gigante-pirata-com-mau-feitio que é absolutamente necessário combater antes que desate a trilhar pés por esse Portugal fora.


(Fora a idiotice, os submarinos são fixes. Valha-nos isso. E até parece que estamos num filme do 007 em que o Pierce Brosnan tem de se livrar de uma qualquer ameaça russa e onde é que eu já vi isto. Mas acho que o melhor contributo dos submarinos vai mesmo ser a logorreia de idiotice - como este preciso post exemplifica - que se vai ler por este país fora. Haja algo que contribua para o imaginário colectivo.)

6.07.2010

7
Amei a ideia. De paixão, mesmo.



Em breve, num mundo real perto de si, mulheres que matam aranhas só com o olhar.

Gostei da sugestão. Vou já começar a treinar. Mas a distância a que o George Clooney está é capaz de ser curta demais p'ra mim... Não vá o diabo tecê-las, já que algumas espécies de aranhas podem ter 8 olhos e eu só tenho 2...

5.26.2010

1
Soube-me a pouco, mas oh, já se foi. Acabaram-se os perdidos, foram todos encontrados*.


Lost is possibly still airing in a parallel dimension somewhere.
We just need to find our way out of here.



*(não é spoiler, é só idiotice)

5.23.2010

1
It's coming, it's coming!!!!


Há uns, há os outros, e há uns que não são uns nem outros.
Eles chegaram à ilha, eles sairam da ilha, eles morreram na ilha, eles ressuscitaram na ilha, eles ficaram doentes na ilha, eles curaram-se na ilha.
Há aviões para chegar à ilha, há submarinos para sair da ilha, e, entretanto, há jangadas para andar às voltas à ilha.
Houve nascimentos na ilha, houve mortes na ilha, houve romances na ilha, houve discussões na ilha, houve sexo na ilha, houve um bocadinho de tudo na ilha, vá.
Houve monstros na ilha, até ursos polares houve na ilha!, há fumos na ilha (black smoke, black smoke!!!), há guardiões que protegem a ilha e há malta que só a quer deitar abaixo/explorar/afundar/explodir/whatever.
Ele há coisas altamente esquisitas na ilha, a ilha muda de lugar, a ilha muda de tempo, há fantasmas na ilha, há sons esquisitos na ilha, há estátuas gigantes na ilha, a ilha é muito uuuuuuuh.
Há electromagnetismo na ilha (deve ser por isso que os pêlos não crescem na ilha e andam p'ra lá há uma porrada de anos sem fazer depilação...), há um projecto para estudar a ilha, há estações subterrâneas na ilha, há bombas na ilha, há pequenas aldeolas na ilha!, há uns números muito importantes para a ilha, pois que na ilha há de tudo e não há nada.
Eles estão perdidos na ilha, eles encontram-se na ilha, eles desbravam caminhos na ilha, eles têm esconderijos na ilha, afinal até há outras ilhas!, ninguém sabe onde eles estão, mas toda a gente os encontra.

E, afinal, eles estão é no Hawaii (xulos) há 6 anos (eish, e eu vejo desde o iníciozinho!!!) a gravar uma das melhores e mais viciantes séries de sempre.


In the end, it's all about the island.




Estou mortinha por isto, raios. Amanha já cá canta.