6.09.2012

0
"Cat psychologist"... ou Red psicóloga...



6.06.2012

0
Aguardo ansiosamente NOT...



...ver o Exmo. Cristiano Ronaldo a evacuar, sentado numa qualquer sanita polaca.

Já faltou mais.

6.02.2012

0
Imaginem este como se fosse um post musical em que podiam ouvir-me a cantar como se não houvesse amanhã.


(I guess nothing can last forever, foreveeeer noooooo)

Those were the best days of my liiiiife!

...

Mas é claro que o Bryan Adams está velho. O verão de '69 já foi há 43 anos.

(temos pena, vizinhos, mas contra potenciais barulhos de criancinhas a berrar chorar, ou berbequins e obras, eu vingo-me a cantar desalmadamente. A culpa é da Radical. E do grande senhor que não canta uma que não se saiba de cor e salteado.)

6.01.2012

1
Hoje suicidaram-se-me dois neurónios. E há outros em estado crítico.


Não sei o que é pior...

... se é a moça aparentemente finalista de ciências farmacêuticas (daqueles cursos de média de acesso bem jeitosa) que resolveu passar um cheque de "seteSSentos" euros e ateimar que "quase de certeza absoluta que setecentos se escreve com "dois s""...

... se é a funcionária da tesouraria da secretaria-geral da UC, que refere já ter sido professora de português (noutra vida, espero eu) e que não lhe soube responder melhor do que "olhe que acho que é com "c", ora se seiscentos é com "c", setecentos também deve ser... mas agora também não tenho a certeza..."...

... ou ainda o namorado da moça, também estudante universitário, que justifica não poder ser seteCentos porque com "c" ler-se-ia "seteQentos", "portanto deve mesmo ser seteSSentos".

Avé Google, ou lá o que o moço usou, para ter a epifania de que não, é mesmo seteCentos, e depois confirmar que "pois, está bem, o "c" está entre duas vogais e então lê-se "s"". Gostei particularmente do diálogo final, la pièce de résistance:
_ Ah, já estou mais contente porque já ensinei alguma coisa hoje! Mas não fique incomodada, não? Erros acontecem...
_ Ai eu não, de certeza, escusa de estar preocupada!!
 

(Depois disto senti dois neurónios estrebucharem violentamente. Certamente que se enforcaram em dendrites alheias tal foi o trauma. Quase deu para me esquecer do tempo que estive à espera para ser atendida na secretaria-geral, para não variar, e que nem vou dizer, mas que foi o suficiente para estagiar para o que me pode vir a aguardar um dia na segurança social.)

5.23.2012

0
Uma pessoa já não pode ir ao banco descansada que se faz logo um alarido, chiça.

in JN

5.21.2012

1
Nem eu nunca (aaai o português e as duplas negativas...) alguma vez pensei que fosse assim tão fácil...


... 

a) O caneco ser trazido com Brio (e não só com sorte);
b) Encher Coimbra mais do que na Queima  - até mesmo mais do que um Benfica campeão (era a pu(r)a da loucura!);
c) Torcer tão afincadamente contra o meu Sporting. E não sentir uma única pontinha de remorso (só alguma pena do ar cabisbaixo dos moços a subirem a escada do Jamor para irem buscar as medalhas de 2º classificado). Vá, também ajuda ter passado a época em negação por eles não jogarem um cu nada.

Porque eu sou ferrenha do Sporting, como ainda não deve ter sido difícil reparar, mas sou simpatizante da Académica porque é muito mais do que um simples clube ou do que o clube da minha cidade (e a Estudantina a cantar Coimbra no Jamor é arrepiante, porra)



 
Claro que sou realista e a saber-se o que eles jogam (para quem não ganhava desde o ano passado - na módica quantia de 16 jogos sem ganhar, à excepção dos últimos 3 que foram, efectivamente, os que interessaram) ainda não sei se me apraz ver a Académica na Liga Europa, que pode ser mais dispendioso (para os bolsos deles e para o ranking de Portugal) do que proveitoso, mas ei, os meninos também têm direito a conhecer 3 cidades europeias! Agora aquilo que verdadeiramente me interessa a seguir é limpar a Supertaça ao Porto, isso sim.

Já quanto ao meu Sporting... "estudasses!"



5.19.2012

0
Há dois tipos de clubes de futebol:


A Académica de Coimbra e os outros.

E está quase na hora desta lagartela tirar a capa do armário e ir buscar o caneco.

5.01.2012

3
Para a próxima devo ler as letras pequeninas do contrato.


Li sobre as pestes, a fome e a guerra. Os terremotos e os maremotos. Li sobre o sol queimar os homens e a água transformar-se em sangue.

Também já vi outras hipóteses, como alinhamentos astronómicos e colisões de asteróides com a Terra.

Vi ainda sobre a possibilidade do meu Sporting ser campeão, do Pinto da Costa ser preso ou da minha Académica chegar ao fim do campeonato sem ter o rabo entre as pernas por poder descer a qualquer momento.

Já vi várias teorias sobre o fim do mundo. Mas em nenhuma delas me lembro de ter lido sobre ataques de histeria e invasões ao Pingo Doce.

4.27.2012

0
O apêndice dizia que era o Herbie, mas eu cada vez mais acho que é um Christine...*


Vocês chegam à vossa rua às 23h30, estacionam o carro, fecham tudo e vão para casa descansados. Vêem um bocadinho de TV, entretêm-se e vão para a cama. E por volta das 2h da manhã, quando não há vivalma na rua, começam a ouvir um apito contínuo.

Será um alarme? Serão os bombeiros? Será o super-homem?

Levantam-se para ir à janela ver do que se trata. Mais do que um apito ou alarme, começam a perceber que parece uma buzina de carro. 

Mas não há ninguém na rua...

O estacionamento está cheio de carros e o barulho vem de lá, um som de buzina forte e incessante, ainda que não se consiga perceber exactamente de onde. Não há ninguém nos carros. Nem nas janelas a espreitar, aparentemente. A rua está o mais calma possível, à excepção daquele som intenso e contínuo que atravessa a noite. Durante mais de 10 minutos tentam descortinar de onde virá. Apercebem-se de um vizinho que desce à rua para verificar se é o seu carro, mas não vêem mais movimentações. O barulho não pára e pouco fraqueja, mesmo depois desse tempo.  

Mas como é que é possível? Não pode ser, não há ninguém! Será o meu carro? Pode ser qualquer um...  Será o meu..? E se for o meu? Naaa, não é possível, não está lá ninguém, eu saí do carro há mais de duas horas, como é que ele ia começar a apitar sozinho... Ele já apitou sozinho mas era comigo lá, que ficou com a buzina presa, agora assim... Naaa, não pode ser...

Na indecisão, o Apêndice toma a iniciativa e desce para verificar de onde vem o som.

E agora adivinhem qual era, precisamente, o carro que começou a apitar sozinho às 2h da manhã de um domingo/segunda-feira com uma bela intensidade durante mais de 15 minutos.

Pois.

Esse mesmo.

O meu.

Lá foi o apêndice ao ferrari e bastou abanar um fiozinho de nada depois de abrir o capot para a coisa se calar.

Excusado será dizer que, definitivamente, a minha máquina infernal passou de Herbie a Christine

Está vivo. E eu comecei a ficar com medo de lá entrar e ser engolida pelo banco, atacada pelo volante ou estrangulada pelo cinto. Ou qualquer coisa do género.



* No seguimento disto

4.22.2012

0
A culpa foi do GPS (ou "às tantas é por estas e por outras que de Bragança a Lisboa são 9 horas de distância...")


Ora bem, nos passados dias a minha pessoa fez-se à estrada, juntamente com dois belos pares de jarras (gosto muito de vocês, meninas), na sua primeira viagem à capital realizada ao volante. A minha experiência de condução em Lisboa era nula e, fora a condução, só conhecia caminho ali para a zona da 2ª circular ou do Parque das Nações. Mas pronto, munidas de um belo e brilhante sentido de orientação e de um telemóvel com GPS mas sem bateria, lá seguiram estas três tristes tigras de Coimbra City rumo à Travessa da Glória, numa viagem nocturna.

A coisa à entrada em Lisboa correu bem. À parte a selvajaria habitual dos automobilistas, seguimos facilmente desde a saída da A1 ali até à Fontes Pereira de Melo (ainda que tenhamos dado uma volta ou outra à Praça de Espanha e feito algumas inversões de marcha na Av. António Augusto de Aguiar, tudo culpa de um GPS que nos mandava seguir para sítios para onde aparentemente não podíamos - ou afinal até podíamos, constatação sempre posterior a ter saído da estrada principal).

Mas vá, após 5 minutos ali às voltas só para dar emoção à coisa, lá chegamos à Fontes Pereira de Melo. Relembro que o nosso destino era a travessa da Glória, logo ali pertinho dos Restauradores, mas, não seguindo pela saída que o GPS mandava porque aparentemente era para o bus e oh, afinal não era, vá lá uma pessoa ligar às marcas do chão!, acabei nem sei bem como por meter-me no túnel do Marquês ainda antes de chegar à rotunda. Ora e que coisa espectacular é que acontece nos túneis? O GPS perde sinal.

Então uma pessoa acaba por seguir o túnel até ao fim, ali entre a desorientação e a vontade de atirar o telemóvel pela janela. E até a coisa se organizar e se perceber que se enganou e que quer voltar para trás, não querendo sair em nenhuma saída que diga "A-qualquer coisa" antes que se meta em troço de auto-estrada e depois é um sarilho, segue Maria Joaninha, segue segue, até surgir o pânico de ver aquela bonita placa azul que diz "bem-vindo à auto-concessão da Lusoponte", e aí já não há GPS que acuda.

"Lusoponte...? Lusoponte... Mas isso é..."

(e começa a ver-se isto ao longe, a aproximar-se casa vez mais...)


(até se tornar nisto...)


 ... Mais ou menos ao mesmo tempo em que a pendura descobria que tínhamos acabado de ficar sem quarto. Um momento espectacular, portanto: uma pessoa em direcção à margem sul, tarde e a más horas, sem jantar e sem quarto. Mais uma iniciativa para tornar a viagem emocionante.

Lá saímos da ponte, andámos um bocado até termos a primeira possibilidade de voltar para trás em direcção a Lisboa e seguimos, pia fora, em profundo stress e com o estômago a roncar, sem sequer conseguirmos apreciar a vista nocturna da ponte sobre a capital. Vá que, com a ajuda do GPS-grevista-em-túneis, daí até ao Marquês foi um instantinho, só o tempo de eu dizer "ao menos não tive de me ir meter na rotunda do Marquês, tudo menos isso" e acabar por ir mesmo lá parar (e mais 3 vezes durante a estadia...), seguindo para a Avenida da Liberdade, finalmente, com a vontade de cortar os pulsos inerente à percepção de que tinha estado a menos de 50 metros daquela rotunda antes de entrar por engano no túnel e ter ido dar uma volta de, segundo o Google Earth, uns belos 20km.


A vermelho, o caminho que fizemos.
A verde, o que deveríamos ter feito.
Não sei como é que os meus pulsos resistiram a essa noite.

Mas as aventuras não ficaram por aí. A coisa até correu bem durante a estadia, parámos o carro sugadito num local perto da pensão e de estacionamento não pago (YEI! conseguido depois de andarmos às voltas à procura durante bem mais de meia hora), andámos de transportes públicos pela cidade, fizemos turismo gastronómico (dos meus favoritos), fomos de carro sem incidentes até Paço de Arcos assistir ao 5 para a meia noite e conseguimos o mesmo estacionamento à borlix quando voltámos, deixando de novo o carro parado e descansado até à hora de partida, hora essa de destino ao CCB, onde tínhamos estado nos últimos dois dias.

Mais uma vez, o telemóvel com pouca bateria a servir de GPS. Ainda não referi aqui, porque não foi o caso do primeiro engano que descrevi, mas o meu querido NDrive às vezes bate muito mal e manda-me para o sítio certo na localização errada, o que eu contorno a confirmar o roteiro e tirar pontos de referência. Pois confirmo. Quando a bateria do telemóvel não está nas últimas e eu não estou a rezar para o GPS se aguentar ligado.

Ora mas, dizia eu, pretendíamos ir a caminho do CCB, e para onde é que o dito cujo me manda? Para a direcção exactamente oposta, com direito a passagem na Luz para alegrar uma das viajantes e mesmo coladinho a Alvalade para alegrar esta lagartela e a sua pendura.


Portanto, mais uma vez, foi basicamente isto:
A verde: o caminho que devíamos ter feito.
A vermelho: o caminho que fizemos.

Só ressalvar que deixámos por fazer mais uma paragem do nosso percurso gastronómico para não nos atrasarmos para o que tínhamos a fazer no CCB. E chegámos atrasadas na mesma. Ora nem turismo gastronómico nem primeira parte do evento. Mas vá, aproveitámos para ir aos pastéis de Belém, que não ficam assim tão à frente das natas aqui da santa terrinha (as da Pingo de Mel, óbvio), e a aventura acabou por acabar (que pleonasmo magnífico) pacificamente, com um regresso a Coimbra sem percalços e com uma t-shirt Super do 5 para a meia noite na mala.